Se precisa de um bom pavimento de Calçada à Portuguesa em sua casa, Roc2c é a solução!
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Terreiro do Paço - Praça do Comércio, uma das mais emblemáticas praças da cidade de Lisboa


Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa, bem como a sua principal praça.
Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. OComplexo Ministerial com arcadas que circunda a praça, albergam parte dos departamentos dos Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa.
Esta foi sempre a entrada nobre de Lisboa e, nos degraus de mármore do Cais das Colunas, vindos do rio, desembarcam chefes de estado e outras figuras de destaque (como Isabel II de Inglaterra ou Gungunhana). Ainda é possível experimentar essa impressionante entrada em Lisboa nos cacilheiros, os barcos que ligam a cidade a Cacilhas. Hoje, o espectáculo é prejudicado pelo trânsito naAvenida da Ribeira das Naus, que corre ao longo da margem.Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa. Contudo, voltaram recentemente à sua cor original, o amarelo. O lado sul, com as suas duas torres quadradas, está virado para o Tejo.
Um facto interessante são os banhos semanais que ocorriam antigamente no cais, nos quais algumas pessoas ousavam banhar-se nuas, o que causou indignação na época. No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. Ao longo dos anos, a estátua de bronze ganhou uma patina verde. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa. A área serviu como parque de estacionamento até à década de 1990, mas hoje este vasto espaço é usado para eventos culturais e espectáculos.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c
Texto Wikipédia

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A CALÇADA PORTUGUESA



A calçada que cobre grande parte de Lisboa surgiu no século XVIII durante a reconstrução da cidade após o terramoto de 1755. A inspiração parece ter sido os mosaicos romanos, e foi uma maneira engenhosa de reutilizar pedaços dos escombros do sismo. Lisboa foi assim coberta de pedras de calcário e basalto que formam padrões a preto e branco sem a utilização de cimento.
É bonito e simples, mas também artístico e por isso só possível com calceteiros especializados.

Originalmente e maioria dos desenhos eram relacionados com a cultura marítima da cidade, ilustrando padrões de ondas (como se vê noRossio), caravelas e peixes.

Mais tarde também se ilustravam os nomes e logotipos de espaços comerciais.
A moda pegou por toda a cidade, espalhou-se pelo país e suas colónias (como nos famosos calçadões do Rio de Janeiro e nas praças de Macau), e pelo mundo fora (o memorial a John Lennon, no Central Park em Nova Iorque é um exemplo).

Embora a calçada seja uma parte importante da identidade de Lisboa, é uma arte que está a morrer, já que o número de calceteiros tem vindo a diminuir. Este tipo de pavimento é também bastante escorregadio quando chove, e exige uma manutenção e reparação constante (já para não falar de um custo mais elevado do que a alternativa em cimento). Por isso há o risco da calçada tornar-se apenas parte da história de Lisboa no futuro. A renovação da Praça do Comércio em 2010, por exemplo, retirou a calçada portuguesa que existia.

Ainda assim, encontram-se belos exemplos por toda a cidade. Além do mais emblemático no Rossio, existem vários pela Avenida da Liberdade, Chiado e Parque das Nações, com as suas criações modernas junto ao Oceanário.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Praça dos Restauradores em Lisboa pavimentada em Calçada à Portuguesa




A Praça dos Restauradores situa-se no extremo sul da Avenida da Liberdade, mesmo acima da estação de comboios do Rossio (também uma obra de arte arquitectónica a não perder!). Esta é uma das áreas mais movimentadas de Lisboa e o local onde pode admirar o recentemente renovado Orion Eden, em tempos um teatro e hoje um hotel que manteve a encantadora fachada original.

Facilmente reconhecível pelo seu obelisco e pela escultura que comemora a restauração de 1640 da Independência de Portugal de Espanha, esta praça tem muito para ver, mas o ponto forte é a arquitectura que pode ser admirada nos edifícios circundantes, como o Palácio Foz, o Orion Eden Hotel, o pequeno coreto, o Avenida Palace Hotel, e muitos outros..

Da Praça dos Restauradores parte o Elevador da Glória que o leva, se desejar, ao peculiar Bairro Alto.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Teatro Eden - Orion Eden Hotel - Lisboa



O Eden Hotel Orion está localizado na Praça dos Restauradores, na baixa de Lisboa.

O teatro inaugurado em 1931, foi projectado pelos arquitetos Carlo Florencio Cassiano Dias Branco, e fechou em 1989. Em 2001 foi transformado neste Hotel que manteve muitos dos detalhes arquitectónicos originais. As faixas rosa da fachada, em torno dos grandes vidros, foram restauradas e o interior transformado em um hotel de apartamentos.

Actualmente o prédio e a sua fachada imponente domina a Praça dos Restauradores, uma praça conhecida na cidade pelo seu pavimento em Calçada à Portuguesa.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Cantinhos em Calçada à Portuguesa na Baixa de Lisboa

A baixa de Lisboa, também chamada Baixa Pombalina por ter sido edificada por ordem do Marquês de Pombal, na sequência do terramoto de 1755, situa-se entre o Terreiro do Paço, junto ao rio Tejo, Rossio e Praça da Figueira.

A Baixa é formada por um conjunto de ruas rectas e perpendiculares organizadas para ambos os lados de um eixo central constituído pela Rua Augusta.

O monumental Arco da Rua Augusta marca a entrada na Baixa Pombalina. Os edifícios têm uma arquitectura semelhante, com rés-do-chão comerciais e andares superiores para habitação.

As dimensões de vãos e pés-direitos eram uniformes, o que permitiu a construção mais rápida com recurso a elementos pré-fabricados, como é o caso das cantarias das janelas de dois únicos tipos - um para as fachadas das ruas principais e outro para as fachadas das ruas secundárias.

A zona é um dos primeiros exemplos de construção anti-sísmica em Portugal, foi apreciada como candidata portuguesa à lista de Património Mundial em 2004, declarando-a superior às áreas planeadas em Edimburgo, Turim e Londres.

O coração de Lisboa, uma visita inesquecível.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

http://www.guiadacidade.pt

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Preste atenção no lugar onde pisa - "Calçada à Portuguesa"

Porto - Portugal
Coimbra - Portugal
Avenida da Liberdade, Lisboa - Portugal
Belém, Lisboa - Portugal
Baixa de Lisboa - Portugal
Quarteira, Faro - Portugal
Lagos, Faro - Portugal
Suécia

A calçada portuguesa é utilizada especialmente na pavimentação de passeios e dos espaços públicos de uma forma geral. Este tipo de passeio é muito utilizado em países lusófonos. Resulta do calcetamento com pedras de formato irregular, geralmente de calcário e basalto, que podem ser usadas para formar padrões decorativos pelo contraste entre as pedras de distintas cores. As cores mais tradicionais são o preto e o branco, embora sejam populares também o castanho e o vermelho.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c