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quarta-feira, 9 de maio de 2012

As Ondas de Pedra



Padrão dos Descobrimentos, Belém, Lisboa, Portugal

Estáticas, silenciosas e sem cor são as ondas de pedra pisadas por um mar de gente e navegadas pela imaginação de ninguém que foi esquecido por alguém. Estáticas, silenciosas e sem cor são as nuvens de pedra desenhadas por um céu de gente e absorvida pela imaginação de alguém que foi esquecido por ninguém. Estáticas, silenciosas e sem cor são as estátuas de pedra erguidas pela imaginação e lembradas por uma nação aqueles que não são apenas alguém e que jamais serão esquecidos.

Texto: Guilherme Marques Barbosa
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 18 de outubro de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Torre de Belém - Lisboa

Construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defesa da barra de Lisboa, é uma das jóias da arquitectura do reinado de D. Manuel I.

No conjunto arquitectónico podemos separar dois corpos distintos, modelos da arquitectura militar: a torre de menagem medieval e o baluarte moderno que, com dois níveis para disparo de artilharia, permitia um tiro de maior alcance, rasante e em ricochete sobre a água.

A Torre de Belém é um referente cultural, um símbolo da especificidade do país que passa pelo diálogo privilegiado com outras culturas e civilizações. Guardiã da nossa Individualidade e Universalidade, viu este estatuto confirmado quando, em 1983, foi classificada pela UNESCO como "Património Cultural de toda a Humanidade".

http://www.torrebelem.pt/

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

segunda-feira, 21 de março de 2011

Jardim da Praça do Império

O bonito Jardim da Praça do Império situa-se numa das zonas nobres de Lisboa, em frente ao maravilhoso Mosteiro dos Jerónimos e ao imenso Centro Cultural de Belém.


Aquando a construção do Mosteiro dos Jerónimo, no século XVI, esta zona onde está implantado o Museu era a chamada “Praia do Restelo”, por o rio chegar até aqui, bem à beira do Mosteiro.
O Jardim, num estilo clássico dos jardins Gregos e Romanos foi projectado e construído por alturas da grande “Exposição do Mundo Português”, nas comemorações do 8º Centenário da Independência de Portugal e os 300 anos da restauração da Independência, num acto nacionalista e de propaganda do regime Salazarista.


O maior destaque do Jardim, para além da sua exímia localização, é a Fonte Monumental de Belém, também conhecida por Fonte Luminosa, pelos jogos de luzes conseguidos com os efeitos da água, que maravilham quem a contempla.
O Jardim é ainda composto por ciprestres e oliveiras, que demonstram a paisagem Portuguesa, decorado com calçada Portuguesa, destacando-se os signos do Zodíaco em três das principais entradas do jardim e um conjunto de 32 brasões, entre arbustos e pequenas flores, representando as antigas províncias do Império.

O Jardim da Praça do Império possui uma área total de cerca de 3 hectares, correspondendo 1,5 de zona verde.

www.guiadacidade.pt
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 15 de março de 2011

Rosa-dos-Ventos vista do Padrão dos Descobrimentos em Belém


Belém, Lisboa - Portugal

Minuciosamente esculpida em pedra, a Rosa-dos-Ventos foi um presente da República da África do Sul e percepciona-se melhor do cimo do Padrão dos Descobrimentos, cujo acesso é feito pelo elevador situado dentro do edifício. O mapa central, com figuras de galeões e sereias desenhadas, mostra as rotas das descobertas concretizadas nos séculos XV e XVI.

www.strawberryworld-lisbon.com

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 11 de março de 2011

Tapete pedra "Pastéis de Belém 1837" em Calçada à Portuguesa



Belém, Lisboa - Portugal

Historial – O Sabor da Tradição - Pastéis de Belém

No início do Século XIX, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, laborava uma refinação de cana-de-açúcar associada a um pequeno local de comércio variado.

Como consequência da revolução Liberal ocorrida em 1820, são em 1834 encerrados todos os conventos de Portugal, expulsando o clero e os trabalhadores.

Numa tentativa de sobrevivência, alguém do Mosteiro põe à venda nessa loja uns doces pastéis, rapidamente designados por "Pastéis de Belém".

Na época, a zona de Belém era distante da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos de vapor. No entanto, a imponência do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém, atraíam os visitantes que depressa se habituaram a saborear os deliciosos pastéis originários do Mosteiro.

Em 1837, inicia-se o fabrico dos "Pastéis de Belém", em instalações anexas à refinação, segundo a antiga "receita secreta", oriunda do convento. Transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente, na "Oficina do Segredo". Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje.

De facto, a única verdadeira fábrica dos "Pastéis de Belém" consegue, através de uma criteriosa escolha de ingredientes, proporcionar hoje o paladar da antiga doçaria portuguesa.

http://www.pasteisdebelem.pt

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c