Se precisa de um bom pavimento de Calçada à Portuguesa em sua casa, Roc2c é a solução!
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quinta-feira, 14 de março de 2013

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Historia da Calçada à portuguesa


A calçada portuguesa é uma herança histórica da cultura e da tecnologia de construção dos romanos, que se impôs em Portugal no século XIV durante o reinado de D. João II.

Com as características de aspecto com que hoje a conhecemos, a Calçada Portuguesa teve como seu grande impulsionador o governador do Castelo de S.Jorge em Lisboa entre 1840 e 1846, o Tenente General Eusébio Cândido Pinheiro Furtado, que em 1842 transformou a fortaleza e os seus arredores em lugares de passeio onde foram introduzidas flores, arvoredo e calçada mosaico, utilizando como mão-de-obra dos presidiários do Castelo, chamados por “guilhetas”, que assentaram um tapete de pequenas pedras de calcário branco, cortado a espaços por linhas de pedras de basalto negro, num desenho em ziguezague.
O efeito obtido foi tal que em breve os lisboetas acorriam em romaria ao Castelo, o que levou a Câmara a reconhecer o excelente trabalho do engenheiro Militar Eusébio Furtado, profundo conhecedor das técnicas romanas. Em 1848, viu aprovado o seu projecto para a Praça do Rossio, uma obra com uma área de 8712 m², concluída em 323 dias, onde foi introduzido o calcetamento, usando apenas calcário “vidraço”, branco e negro, designado por “Mar Largo” em homenagem aos descobrimentos.

A Baixa de Lisboa transforma-se com a maioria das suas ruas a serem calcetadas a basalto, entre elas o Largo de Camões em 1867, o Príncipe Real em 1870, a Praça do Município em 1876, o Cais do Sodré em 1877 e o Chiado, finalizando em 1894. A abertura da Avenida da Liberdade dá-se em 1879 e em 1908 chega finalmente ao Marquês de Pombal com largos passeios onde foram introduzidos belos e deslumbrantes tapetes de desenhos, que fazem de Lisboa a cidade referência deste tipo de pavimento artístico.








Hoje, a calçada nascida em Lisboa, Portugal está presente em todo o Mundo, em cidades como Rio de Janeiro (o famoso “Calçadão”), Luanda, Maputo, Macau, Nova Iorque, entre outras.
Actualmente é reconhecida e apreciada internacionalmente como uma manifestação bem-sucedida da nossa cultura Portuguesa.
Texto: www.roc2c.com
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quarta-feira, 9 de maio de 2012

As Ondas de Pedra



Padrão dos Descobrimentos, Belém, Lisboa, Portugal

Estáticas, silenciosas e sem cor são as ondas de pedra pisadas por um mar de gente e navegadas pela imaginação de ninguém que foi esquecido por alguém. Estáticas, silenciosas e sem cor são as nuvens de pedra desenhadas por um céu de gente e absorvida pela imaginação de alguém que foi esquecido por ninguém. Estáticas, silenciosas e sem cor são as estátuas de pedra erguidas pela imaginação e lembradas por uma nação aqueles que não são apenas alguém e que jamais serão esquecidos.

Texto: Guilherme Marques Barbosa
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2012

  Basílica da Estrela, Lisboa
 Igreja Sitio da Nazaré
 Câmara do Porto 
 Igreja Cabo Espichel
 Igreja de Tomar
 Igreja Misericórdia de Viseu
 Torre de Belém, Lisboa
 Padrão dos Descobrimentos, Lisboa
 Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa

Oslo, Noruega
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

segunda-feira, 21 de março de 2011

Jardim da Praça do Império

O bonito Jardim da Praça do Império situa-se numa das zonas nobres de Lisboa, em frente ao maravilhoso Mosteiro dos Jerónimos e ao imenso Centro Cultural de Belém.


Aquando a construção do Mosteiro dos Jerónimo, no século XVI, esta zona onde está implantado o Museu era a chamada “Praia do Restelo”, por o rio chegar até aqui, bem à beira do Mosteiro.
O Jardim, num estilo clássico dos jardins Gregos e Romanos foi projectado e construído por alturas da grande “Exposição do Mundo Português”, nas comemorações do 8º Centenário da Independência de Portugal e os 300 anos da restauração da Independência, num acto nacionalista e de propaganda do regime Salazarista.


O maior destaque do Jardim, para além da sua exímia localização, é a Fonte Monumental de Belém, também conhecida por Fonte Luminosa, pelos jogos de luzes conseguidos com os efeitos da água, que maravilham quem a contempla.
O Jardim é ainda composto por ciprestres e oliveiras, que demonstram a paisagem Portuguesa, decorado com calçada Portuguesa, destacando-se os signos do Zodíaco em três das principais entradas do jardim e um conjunto de 32 brasões, entre arbustos e pequenas flores, representando as antigas províncias do Império.

O Jardim da Praça do Império possui uma área total de cerca de 3 hectares, correspondendo 1,5 de zona verde.

www.guiadacidade.pt
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 15 de março de 2011

Rosa-dos-Ventos vista do Padrão dos Descobrimentos em Belém


Belém, Lisboa - Portugal

Minuciosamente esculpida em pedra, a Rosa-dos-Ventos foi um presente da República da África do Sul e percepciona-se melhor do cimo do Padrão dos Descobrimentos, cujo acesso é feito pelo elevador situado dentro do edifício. O mapa central, com figuras de galeões e sereias desenhadas, mostra as rotas das descobertas concretizadas nos séculos XV e XVI.

www.strawberryworld-lisbon.com

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c