Se precisa de um bom pavimento de Calçada à Portuguesa em sua casa, Roc2c é a solução!
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Vista de uma das mais famosas Calçadas à Portuguesa, Rua Augusta, em Lisboa, Portugal



Rua Augusta

A Rua Augusta situa-se num dos quarteirões mais movimentados de Lisboa. Fechada ao trânsito, esta rua conta com todo o tipo de lojas para todo o tipo de gostos, com vendedoras de flores, vendedores de castanhas assadas, artistas de rua independentes como o 'homem-estátua' ou o familiar tocador de harmónica e muito, muito mais.

Nos dois extremos da Rua Augusta encontra duas praças magníficas: a Praça do Rossio e a Praça do Comércio. Perto do arco que abre caminho para a Praça do Comércio costumam estar vendedores de rua a oferecer o mais variado tipo de produtos: anéis, bijuteria, calçado, malas, cachecóis ou tatuagens temporárias... tudo o que quiser... basta pedir!

Outro aspecto curioso nesta área é o nome das ruas paralelas à Rua Augusta. Grande parte dos nomes diz respeito aos ofícios ou aos materiais que em tempos se praticaram ou circularam nelas: Rua dos Sapateiros, Rua da Prata , Rua do Ouro, etc.

O velho estilo arquitectónico, originário da reconstrução de Lisboa levada a cabo pelo Marquês de Pombal depois do terramoto de 1755, ainda está intacto, por isso pode ver muitos dos edifícios com o seu traçado original. Você vai adorar esta rua!

Fotos: Internet

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A Praça do Rossio de Viseu




“O centro da maioria das cidades é o Rossio, oficialmente a Praça da Republica”. Em Viseu, esta foi e é o “Salão de Visitas da Cidade”.
As primeiras noticias que temos, deste centro cívico, social e também económico, datam do século XVI. É certo que sofreu as transformações inerentes ao passar dos tempos, mas desde sempre se constituiu como um atractivo local de passeio e convívio das gentes de Viseu, sobretudo ao longo dos séculos XVIII e XIX, instituído que foi o passeio público.
Hoje em dia continua a ser o coração da cidade, o local por excelência onde se sente o pulsar da sociedade viseense.

http://www.cm-viseu.pt
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Largo de São Domingos, antigo largo da cidade de Lisboa pavimentado em Calçada à Portuguesa



Largo de São Domingos
Tira o nome do convento ali construído em tempo de D. Sancho II, (cerca de 1242). Situa-se a norte da Praça de Dom Pedro IV (Rossio), e aqui desembocam as ruas das Portas de Santo Antão, D. Antão de Almada, de Barros Queiróz e a calçada do Garcia. Neste largo sobressai o Palácio Almada, e a Igreja de São Domingos.
Eirado onde o Mestre de Aviz, em 1383, ouviu as súplicas do povo que o não o deixou partir para Inglaterra e local onde começou a matança dos cristãos novos, em 15 de Janeiro de 1506.
Neste espaço se fez, em tempos (c. 1756), a feira das bestas ou das cavalgaduras (Castilho, 1967, BO, X, 134).
Freguesia: Santa Justa; Pena


Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Praça do Rossio, no coração de Lisboa

A mais central e emblemática praça de Lisboa, a Praça do Rossio (normalmente referida simplesmente como Rossio) é onde a maioria dos visitantes se dirige quando chega à cidade. É um bom local para orientar-se quando se começa a descobrir Lisboa e um local conveniente para encontrar-se com amigos. O clássico art deco Café Nicola olha para a praça recentemente restaurada e serve a sua própria moagem de café rico acompanhado de pastelaria diversa deliciosa, que também pode ser provada na pastelaria Suíça. Tente conseguir ver uma peça no Teatro Nacional D. Maria II que foi outrora um palácio da Inquisição e é hoje uma das características principais da praça, albergando algum do melhor teatro que se faz em Portugal e alguns dos mais talentosos actores.

O teatro tem também um café com esplanada que tem aquecedores a gás para que durante todo o ano se possa sentar aqui a ver quem passa. A estátua de Dom Pedro IV (i.e. Dom Pedro I como primeiro imperador do Brasil) ergue-se no topo do seu pedestal com figuras que representam várias virtudes. Muito dizem que a estátua é na realidade do Imperador Maximiano do México que foi assassinado antes de a estátua ser entregue e por isso foi vendida por pouco e exposta como sendo a estátua de Pedro IV. A força desta história perdura mesmo com várias provas a contradizê-la.

http://www.strawberry-world.com/pt/index.html
Fotos: Celso Gonçalves