Texto e fotos: Bernardete Porfírio
terça-feira, 11 de março de 2014
O mosaico-calçada em Copacabana: logotipo internacional
Texto e fotos: Bernardete Porfírio
terça-feira, 28 de junho de 2011
Largo em Calçada à Portuguesa com padrão de quadrados em pedra preta e detalhe em pedra rosa
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Estátua de D.Dinis fundador da Universidade Coimbra, em redor de pavimento em Calçada à Portuguesa


Estátua de D. Dinis em frente à Faculdade de Medicina.
Fundador Universidade de Coimbra
“Sua história remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação portuguesa, dado que foi criada no século XIII, em 1290, mais especificamente a 1 de Março, quando foi assinado em Leiria, por D. Dinis, o documento Scientiae thesaurus mirabilis, o qual criou a própria Universidade e pediu ao Papa a confirmação.”
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c
terça-feira, 7 de junho de 2011
Praça da República - a conhecida praça da cidade de Coimbra com um artístico padrão em Calçada Portuguesa



quinta-feira, 2 de junho de 2011
Praça em Calçada à Portuguesa na cidade de Rio Maior
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Praça Bocage em Setúbal



segunda-feira, 14 de março de 2011
Rua 1ºDezembro - Calçada à Portuguesa


sexta-feira, 4 de março de 2011
Praça Luís de Camões em Calçada à Portuguesa
quinta-feira, 3 de março de 2011
Excelentes desenhos em Calçada à Portuguesa com pedra preta na famosa Avenida da Liberdade da capital
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Rua de Comércio da Nazaré em Calçada à Portuguesa com pedra branca e pormenor de fiadas em pedra preta
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Uma estrela em calçada à portuguesa no Miradouro da Senhora do Monte
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Tributo a John Lennon - Imagine
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Detalhe de desenho artístico em Calçada à Portuguesa com pedras em várias formas geométricas
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Pavimento da Praça D. João I no Porto em calçada à portuguesa com desenhos originais em pedra preta




Praça onde se situa o Teatro Rivoli (inaugurado em 1932) e tendo face a face dois "enormes" prédios um dos quais foi chamado o Arranha-Céus quando da sua construção, o outro foi a sede do Banco Português do Atlântico de Cupertino de Miranda.
Esta praça foi completamente redesenhada em 2001, integrada no Porto - Capital da Cultura. A fonte desapareceu. Em 2006 esta fonte foi implantada na Praça do Marquês.
http://ruasdoporto.blogspot.com
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Cidade Covilhã - ruas e passeios em calçada à portuguesa ás riscas em preto e branco
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Rio de Janeiro importa conhecimento de Lisboa para revitalizar calçada portuguesa,"Mar Largo"
O Rio de Janeiro está a importar conhecimento de Portugal para resolver um problema antigo na cidade: a má conservação das calçadas de pedra portuguesa.
O desafio é revitalizar uma profissão que está quase extinta, a de calceteiro.Os calceteiros são responsáveis pela arte de recuperar e fixar as pedras portuguesas nos passeios públicos.
Neste mês de novembro, cinco mestres portugueses de Lisboa estiveram no Rio de Janeiro para formar uma turma de 20 calceteiros que irão replicar o conhecimento para outros que se querem formar na profissão.
"Podemos dizer que as calçadas portuguesas são um pedacinho de Portugal espalhado pelo mundo", disse à Lusa o fiscal de obras da Câmara de Lisboa, Fernando Fernandes, o responsável que coordena os quatro mestres portugueses que vieram ajudar na formação dos calceteiros brasileiros.
"Essa profissão no fundo é uma arte, a arte de trabalhar a pedra. De facto, é uma profissão que corre o risco de extinção, não só cá no Brasil como em Portugal. É uma arte muito dura pela posição do trabalho e o partir a pedra é um trabalho duro também. Hoje em dia infelizmente não é muito bem remunerado", ressaltou Fernandes.
Segundo o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, a cidade do Rio é "uma grande cidade portuguesa na América do Sul".
Porém, "ao longo dos anos, o Rio de Janeiro foi perdendo a arte de assentamento das pedras portuguesas", destaca Osório.
"Existe uma especialidade, uma técnica que precisa ser recuperada. E o nosso projeto é que nós possamos formar uma nova geração".

Entre as principais vantagens deste tipo de piso, acrescenta Osório, está a facilidade de absorção de água de infiltração, principalmente numa cidade tropical com fortes volumes de chuva, além de não acumular calor pois o calcário de cor branca reflete.
O carioca Gedião Azevedo, de 47 anos, fez parte da primeira turma de calceteiros na década de 90 e hoje está a reciclar o conhecimento. Apesar de não ter nascido português, a sua paixão é pela pedra portuguesa, garante.
"Os meus colegas estão super animados. Em relação ao trabalho, o mestre português mesmo falou que evoluímos muito", disse à Lusa.
"A paixão da minha vida é a pedra portuguesa, não nasci português, mas sou apaixonado pela pedra portuguesa", destaca.
O Rio de Janeiro possui 1,218 milhão de metros quadrados de calçada em pedras portuguesas.
Muitas áreas do Rio são classificadas, como o desenho em curvas do calçadão de Copacabana, criação do paisagista e arquiteto Burle Max, inspirada na obra histórica da Praça do Rossio, em Lisboa, que usa o padrão "Mar Largo".
sábado, 13 de novembro de 2010
Especialistas de Portugal dão aulas no Rio sobre pedras portuguesas
08/11/2010 19h36 - Atualizado em 08/11/2010 20h08
Deficiência de mão de obra para os consertos deu origem ao curso.
A turma é formada por 60 calceteiros profissionais.
Do RJTV
O Rio de Janeiro está importando conhecimento de Portugal para resolver um velho problema na cidade: a má conservação das calçadas de pedra portuguesa. A deficiência de mão de obra para os consertos deu origem a um curso, que será dado por cinco mestres calceteiros da prefeitura de Lisboa.
A aula inaugural desse intercâmbio de três semanas aconteceu na tarde desta segunda-feira (8), no Arquivo Geral do Rio, no Centro. A turma é formada por 60 calceteiros profissionais. Mas apenas oito são funcionários da prefeitura.
O objetivo é que, ao fim do curso, eles consigam repassar o que foi aprendido. Os mestres portugueses também vão analisar o estado das calçadas cariocas e vão apresentar sugestões de melhoria.




























