Se precisa de um bom pavimento de Calçada à Portuguesa em sua casa, Roc2c é a solução!
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terça-feira, 11 de março de 2014

O mosaico-calçada em Copacabana: logotipo internacional

A obra de Burle Marx para o bairro de Copacabana, que inclui a preservação das ondas em pedra portuguesa junto à orla. O paisagista refez os desenhos originais dos calceteiros portugueses, realçou sua sensualidade na medida da ampliação do calçamento e manteve o paralelismo com as ondas do mar, que fora implantado na reforma de 1929 pelos calceteiros já habilitados no Brasil. No canteiro central da Avenida e no piso junto aos edifícios, Burle Marx aplicou novos desenhos criados com pedras pretas e vermelhas (basalto) e brancas (calcário).









Texto e fotos: Bernardete Porfírio

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Estátua de D.Dinis fundador da Universidade Coimbra, em redor de pavimento em Calçada à Portuguesa


Estátua de D. Dinis em frente à Faculdade de Medicina.

Fundador Universidade de Coimbra

“Sua história remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação portuguesa, dado que foi criada no século XIII, em 1290, mais especificamente a 1 de Março, quando foi assinado em Leiria, por D. Dinis, o documento Scientiae thesaurus mirabilis, o qual criou a própria Universidade e pediu ao Papa a confirmação.

In pt.wikipedia.org

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 7 de junho de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Praça Bocage em Setúbal



Praça Bocage, Setúbal, Portugal

Praça agradável, localizada no centro de Setúbal, que deve o seu nome ao poeta sadino que aqui se encontra representado numa estátua. Espaço de convívio das gentes setubalenses, onde as sombras e os bancos de jardim convidam ao descanso e à conversa.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

segunda-feira, 14 de março de 2011

Rua 1ºDezembro - Calçada à Portuguesa


Rua 1ºDezembro, Lisboa - Portugal

Numa das ruas que dá acesso ao Rossio encontramos em Calçada Portuguesa um original tapete de pedra com um belo centro e pormenores em pedra preta.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Pavimento da Praça D. João I no Porto em calçada à portuguesa com desenhos originais em pedra preta




Praça onde se situa o Teatro Rivoli (inaugurado em 1932) e tendo face a face dois "enormes" prédios um dos quais foi chamado o Arranha-Céus quando da sua construção, o outro foi a sede do Banco Português do Atlântico de Cupertino de Miranda.

Esta praça foi completamente redesenhada em 2001, integrada no Porto - Capital da Cultura. A fonte desapareceu. Em 2006 esta fonte foi implantada na Praça do Marquês.

http://ruasdoporto.blogspot.com

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Rio de Janeiro importa conhecimento de Lisboa para revitalizar calçada portuguesa,"Mar Largo"


O Rio de Janeiro está a importar conhecimento de Portugal para resolver um problema antigo na cidade: a má conservação das calçadas de pedra portuguesa.

O desafio é revitalizar uma profissão que está quase extinta, a de calceteiro.
Os calceteiros são responsáveis pela arte de recuperar e fixar as pedras portuguesas nos passeios públicos.

Neste mês de novembro, cinco mestres portugueses de Lisboa estiveram no Rio de Janeiro para formar uma turma de 20 calceteiros que irão replicar o conhecimento para outros que se querem formar na profissão.

"Podemos dizer que as calçadas portuguesas são um pedacinho de Portugal espalhado pelo mundo", disse à Lusa o fiscal de obras da Câmara de Lisboa, Fernando Fernandes, o responsável que coordena os quatro mestres portugueses que vieram ajudar na formação dos calceteiros brasileiros.

"Essa profissão no fundo é uma arte, a arte de trabalhar a pedra. De facto, é uma profissão que corre o risco de extinção, não só cá no Brasil como em Portugal. É uma arte muito dura pela posição do trabalho e o partir a pedra é um trabalho duro também. Hoje em dia infelizmente não é muito bem remunerado", ressaltou Fernandes.

Segundo o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, a cidade do Rio é "uma grande cidade portuguesa na América do Sul".

Porém, "ao longo dos anos, o Rio de Janeiro foi perdendo a arte de assentamento das pedras portuguesas", destaca Osório.

"Existe uma especialidade, uma técnica que precisa ser recuperada. E o nosso projeto é que nós possamos formar uma nova geração".



Entre as principais vantagens deste tipo de piso, acrescenta Osório, está a facilidade de absorção de água de infiltração, principalmente numa cidade tropical com fortes volumes de chuva, além de não acumular calor pois o calcário de cor branca reflete.

O carioca Gedião Azevedo, de 47 anos, fez parte da primeira turma de calceteiros na década de 90 e hoje está a reciclar o conhecimento. Apesar de não ter nascido português, a sua paixão é pela pedra portuguesa, garante.

"Os meus colegas estão super animados. Em relação ao trabalho, o mestre português mesmo falou que evoluímos muito", disse à Lusa.

"A paixão da minha vida é a pedra portuguesa, não nasci português, mas sou apaixonado pela pedra portuguesa", destaca.

O Rio de Janeiro possui 1,218 milhão de metros quadrados de calçada em pedras portuguesas.

Muitas áreas do Rio são classificadas, como o desenho em curvas do calçadão de Copacabana, criação do paisagista e arquiteto Burle Max, inspirada na obra histórica da Praça do Rossio, em Lisboa, que usa o padrão "Mar Largo".

sábado, 13 de novembro de 2010

Especialistas de Portugal dão aulas no Rio sobre pedras portuguesas

08/11/2010 19h36 - Atualizado em 08/11/2010 20h08


Deficiência de mão de obra para os consertos deu origem ao curso.
A turma é formada por 60 calceteiros profissionais.

Do RJTV


O Rio de Janeiro está importando conhecimento de Portugal para resolver um velho problema na cidade: a má conservação das calçadas de pedra portuguesa. A deficiência de mão de obra para os consertos deu origem a um curso, que será dado por cinco mestres calceteiros da prefeitura de Lisboa.

A aula inaugural desse intercâmbio de três semanas aconteceu na tarde desta segunda-feira (8), no Arquivo Geral do Rio, no Centro. A turma é formada por 60 calceteiros profissionais. Mas apenas oito são funcionários da prefeitura.

O objetivo é que, ao fim do curso, eles consigam repassar o que foi aprendido. Os mestres portugueses também vão analisar o estado das calçadas cariocas e vão apresentar sugestões de melhoria.