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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Igreja S.José das Taipas - Porto


Começou a ser construída em 1795, em estilo clássico, e ficou concluída no ano de 1878.
O projecto da autoria do engenheiro Carlos Amarante, foi alterado, particularmente na sacristia e no retábulo da capela-mor.

Interior

O templo tem uma só nave, relativamente alta, com abóbada de berço, cingida por dez arcos torais.
Na capela existe um quadro comemorativo da catástrofe da Ponte das Barcas.
Possui uma pintura antiga da escola alemã, de apreciável valor, representando Nª Sª da Divina Providência.
Também famoso é o seu Presépio.

http://www.portoturismo.pt

Fotos: Celso Gonçalves


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Rua de Santa Catarina - Porto

A Rua de Santa Catarina é a artéria mais comercial da Baixa do Porto, estando grande parte dela hoje vedada ao trânsito automóvel e reservada apenas a peões.

A sua planificação ficou a dever-se ao espírito visionário dos Almadas cujas obras de requalificação, na segunda metade do século XVIII, trouxeram à cidade do Porto uma nova luz.

A rua foi prolongada até à Alameda da Aguardente, hoje Praça do Marquês de Pombal. A este prolongamento se deu o nome de Rua Bela da Princesa.

Grande parte dos terrenos a poente da rua, nomeadamente onde mais tarde foi erguido o Grande Hotel do Porto, na primeira metade do século XIX eram quintas e terrenos lavradios pertencentes a D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha do vinho do Porto.

A Rua de Santa Catarina alberga lojas de vestuário, miudezas, sapatarias, o shopping Via Catarina e inúmeros vendedores de rua, menos ou mais legais.

Entre estes, os carrinhos ambulantes de venda de artesanato e bijutaria, resquícios da feira permanente localizada na Praça da Batalha, antes das obras de requalificação da Baixa portuense.

Fotos: Celso Gonçalves

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Praça de Carlos Alberto - Porto


A Praça de Carlos Alberto fica situada na freguesia da Vitória, na cidade do Porto, em Portugal. Nas imediações da Praça de Carlos Alberto fica o TeCA, Teatro Carlos Alberto. História A praça remonta a tempos longínquos e é o resultado de uma bifurcação das velhas estradas que, saindo conjuntamente da Porta do Olival das Muralhas Fernandinas, se dirigiam a Braga (pela actual Rua de Cedofeita) e a Guimarães (pela actual Rua das Oliveiras). No entanto, a mais remota referência conhecida em documento data de 1638, num registo paroquial da freguesia de Santo Ildefonso. Chamava-se Largo dos Ferradores, porque era aqui que se aprontavam as montadas para o caminho que era longo. Era também um local de estalagens. Esta praça também foi conhecida popularmente como Feira das Caixas, porque, numas tendas de marceneiros que havia por aqui, se faziam as caixas para as bagagens que os emigrantes levavam para o Brasil. Pertença da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, localiza-se nesta praça o edifício do Hospital do Carmo que começou a ser construído em 1791, tendo sido inaugurado solenemente em 8 de Fevereiro de 1801. Em 2004, o Hospital do Carmo foi pioneiro na aplicação de uma nova técnica cirúrgica para a cura da incontinência urinária, denominada invance
.
No Largo dos Ferradores, no palacete setecentista dos Viscondes de Balsemão (onde agora está instalada a Direcção Municipal da Cultura da Câmara Municipal do Porto), estava por meados do século XIX instalada a Hospedaria do Peixe, que nesta cidade foi a primeira aposentadoria de Carlos Alberto, rei do Piemonte e da Sardenha, refugiado em Portugal após a derrota na célebre Batalha de Novara, de 23 de Março de 1849. O rei Carlos Alberto acabou por falecer, apenas três meses depois de ter chegado ao Porto, na Quinta da Macieirinha, onde está o actual Museu Romântico. Por isso, recebeu o Largo dos Ferradores, pouco depois, o nome de Praça de Carlos Alberto. Neste espaço se realizou, durante muitos anos, a feira dos criados de lavoura e das criadas de servir. Veio para aqui da Praça da Corujeira. Os moços e as moças vinham dos arrabaldes e aqui ajustavam, com os futuros patrões, as condições de trabalho. Em 1876, a feira de criados foi transferida para a Rotunda da Boavista. A partir de Julho de 1853 e até Fevereiro de 1910, na Praça de Carlos Alberto, para ser mais exacto, à frente da Tabacaria Havaneza, ficava a paragem terminal do veículo da Empreza Portuense de Carros Ripert, um pesado carroção de madeira e ferro, puxado a cavalos, que fazia a ligação diária com São Mamede de Infesta. Desta praça partiu, também, em 12 de Agosto de 1874, o primeiro carro americano do Porto, antepassado directo do eléctrico, na carreira para Cadouços, na Foz do Douro. Já no século XX, a 9 de Abril de 1928, foi inaugurado na Praça de Carlos Alberto o Monumento aos Mortos da Grande Guerra, de autoria de Henrique Moreira, sucedendo a uma estátua anterior que não agradou ao gosto dos portuenses. Em meados do século, mais concretamente no dia 14 de Maio de 1958, cerca de 200 mil pessoas esperam o general Humberto Delgado, candidato à presidência da república, na Estação de São Bento, e acompanham-no até à sua sede de candidatura, na Praça de Carlos Alberto, por cima do Café Luso. É aí que, no seu discurso, exclama: "O meu coração ficará no Porto!" Foi a maior enchente de pessoas jamais vista nesta praça. Integrado nas obras empreendidas pela Sociedade Porto 2001, na Praça de Carlos Alberto construiu-se um grande parque de estacionamento subterrâneo. Ocupando quase toda a área da praça, este parque ficou ligado aos das Praças de Gomes Teixeira e de Lisboa, perfazendo um total de 1.259 lugares de aparcamento no subsolo. O projecto de rearranjo da superfície da praça, da autoria do arquitecto Virgínio Moutinho, que preconizava uma alteração radical à fisionomia vigente, foi muito contestando e acabou por ser abandonado. Em vez disso, optou-se por manter, com poucas alterações, a configuração que a praça tinha antes das obras, com as áreas ajardinadas e a calçada de calcário e basalto, seguindo-se uma proposta mais conservadora do arquitecto Manuel Magalhães . Em 2006, o "Quarteirão de Carlos Alberto" foi a zona seleccionada pela Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana como a sua primeira unidade urbana a reabilitar, num esforço de cativar mais população e comércio para a Baixa do Porto .