Se precisa de um bom pavimento de Calçada à Portuguesa em sua casa, Roc2c é a solução!
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pavimento da zona envolvente do Cabo da Roca, em calçada portuguesa





"Cabo da Roca - Sri Chinmoy Peace Blossom

Cabo da Roca - uma espetacular maravilha da natureza
Paz Mundial - uma realização humana sem precedentes 

O Cabo da Roca, o ponto mais ocidental do continente europeu, faz parte da familia de centenas de locais, significativos e inspiradores, espalhados pelo mundo que estão dedicados à cusa da Paz e à amizade e união dos povos.
Os "Peace Blossoms" nascem para inspirarem a humanidade e construir um Mundo em Paz e Harmonia. Sri Chinmoy, o fundador desta iniciativa, é uma embaixador internacional que dedicou a sua vida à Paz no mundo, acreditando no potencial ilimitado do espirito humano.

"A Paz não significa ausência de guerra
A Paz significa a presença de harmonia, amor, satisfação e união"
Sri Chinmoy

Abril de 1999
Câmara Muncipal de Sintra
Comité Português Sri Chinmoy"

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Calçadas no Mundo - Suécia



Este país nórdico da Europa, a Suécia, é mais um ponto no globo onde podemos encontrar belas praças em Calçada à Portuguesa, uma arte tradicional do nosso país.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Praia da Nazaré, passeio ao longo da marginal em calçada à portuguesa

Topo da Av. da República

Marginal da Nazaré

Uma praia espectacular, desde os pescadores aos enormes penhascos sobre um mar de um azul intenso fazem desta vila piscatória um destino turístico de eleição, sobretudo devido às suas características tradicionais, tal como o passeio em calçada à portuguesa ao longo da marginal, onde se distinguem as ondas em pedra preta.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Nazaré - Portugal


A Nazaré é uma vila portuguesa no distrito de Leiria, região Centro e sub-região do Oeste, com cerca de 10 100 habitantes.

O actual espaço urbano aglutina três antigos povoados, Pederneira, Sítio da Nazaré e Praia da Nazaré, consequência da sua expansão natural e, principalmente, da construção de novos bairros. (P.D.M., 1997).

A vila é sede de um pequeno município com 80,49 km² de área e 15 060 habitantes (2001), subdividido em 3freguesias. O município é rodeado a norte, leste e sul pelo município de Alcobaça e a oeste confina com o litoral do Oceano Atlântico.

O município, e a freguesia designaram-se Pederneira até 1912, ano em que, por lei, foi alterado para Nazaré . O concelho da Pederneira teve foral, em 1514, dado por D. Manuel I, e esteve integrado nos coutos de Alcobaça.

A Pederneira, actualmente um dos bairros da vila da Nazaré, mantém ainda o edifício dos antigos Paços do Concelho, o pelourinho, a igreja Matriz de nossa Senhora das Areias e a igreja da Misericórdia, como testemunhos da sua antiga condição de vila sede de concelho.

O topónimo Nazaré está intrinsecamente ligado à Lenda da Nazaré.

http://pt.wikipedia.org

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Rua de Sá da Bandeira - Porto

A Rua de Sá da Bandeira é um arruamento na freguesia de Santo Ildefonso da cidade do Porto, em Portugal.

A rua foi assim chamada em homenagem a Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, figura proeminente das Guerras Liberais, nomeadamente do episódio do Cerco do Porto.

Começou a ser aberta em 1836, através de terrenos que pertenciam à abandonada cerca dos padres Congregados.

A intenção do município, ao rasgar esta nova artéria, foi a de estabelecer uma ligação rápida e directa entre a então Praça de D. Pedro e a Rua do Bonjardim. As obras começaram em 1836 mas só sete anos depois (1843) se começaram a construir casas e as primeiras que se levantaram foram as que ficaram com as traseiras voltadas para a Viela dos Congregados.

Onze anos depois as obras voltaram-se para Sul, porque o vereador Elísio de Melo resolveu alargar a parte da Rua do Bonjardim, compreendida entre a nova Rua de Sá da Bandeira e a então chamada Rua de Santo António.

Concluída a obra foi este renovado troço considerado como um prolongamento da Rua de Sá da Bandeira e nela incorporado e à parte que ligava a Rua do Bonjardim à Praça foi dado o nome de Sampaio Bruno. Corria o ano de 1916. Começavam as obras para a abertura da Avenida dos Aliados.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Rua de Alexandre Braga - Porto




Rua de Alexandre Braga

Típica rua da cidade do Porto em calçada à Portuguesa, anteriormente conhecida por Rua Oriental do Bolhão por se localizar perto do Mercado do Bolhão.

Mercado do Bolhão

O Mercado do Bolhão é um dos mercados mais emblemáticos da cidade do Porto e foi classificado como imóvel de interesse público em Fevereiro de 2006.

O nome pelo qual é largamente conhecido deriva da existência, nas suas imediações, de uma bica designada, precisamente, de "Fonte do Bolhão".

O edifício caracteriza-se pela sua monumentalidade, própria da arquitectura neoclássica.

Existem quatro entradas principais: a entrada sul dá acesso ao piso térreo, as entradas laterais a um patamar intermédio de escadas que ligam ambos os pisos, e finalmente, a entrada pela Rua de Fernandes Tomás, que dá acesso directo ao piso superior.

Integrada na Baixa do Porto, a zona é conhecida por ser uma área de lojas tradicionais dedicadas a produtos alimentares, para além do Mercado do Bolhão, situam-se ao seu redor várias mercearias finas.

http://www.guiadacidade.pt

Fotos: Celso Gonçalves

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Rua de Santa Catarina - Porto

A Rua de Santa Catarina é a artéria mais comercial da Baixa do Porto, estando grande parte dela hoje vedada ao trânsito automóvel e reservada apenas a peões.

A sua planificação ficou a dever-se ao espírito visionário dos Almadas cujas obras de requalificação, na segunda metade do século XVIII, trouxeram à cidade do Porto uma nova luz.

A rua foi prolongada até à Alameda da Aguardente, hoje Praça do Marquês de Pombal. A este prolongamento se deu o nome de Rua Bela da Princesa.

Grande parte dos terrenos a poente da rua, nomeadamente onde mais tarde foi erguido o Grande Hotel do Porto, na primeira metade do século XIX eram quintas e terrenos lavradios pertencentes a D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha do vinho do Porto.

A Rua de Santa Catarina alberga lojas de vestuário, miudezas, sapatarias, o shopping Via Catarina e inúmeros vendedores de rua, menos ou mais legais.

Entre estes, os carrinhos ambulantes de venda de artesanato e bijutaria, resquícios da feira permanente localizada na Praça da Batalha, antes das obras de requalificação da Baixa portuense.

Fotos: Celso Gonçalves

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Um dos miradouros mais emblemáticos da cidade Lisboa - Miradouro de São Pedro de Alcântara

Miradouro situado no topo do percurso do Elevador da Glória, perto de uma das muitas entradas para o Bairro Alto, de onde se tem uma bonita perspectiva sobre o lado leste da cidade de Lisboa, nomeadamente os bonitos bairros da Graça e de São Vicente de Fora e o Castelo de São Jorge.
Junto à balaustrada encontra-se um painel de azulejos com o mapa da cidade representado, ajudando a identificar alguns locais de Lisboa.

As sombras das árvores que rodeiam o Miradouro tornam-no ainda mais agradável, aliadas aos confortáveis bancos para melhor usufruir da vista agradável.
As melhores perspectivas surgem ao fim do dia, quando as luzes de Lisboa se acendem e a encosta do castelo se ilumina.
À noite o miradouro é um popular ponto de encontro para os jovens lisboetas, que muitas vezes aqui se concentram para seguir viagem à famosa noite do Bairro Alto.

Fotos: Celso Gonçalves

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Rio de Janeiro importa conhecimento de Lisboa para revitalizar calçada portuguesa,"Mar Largo"


O Rio de Janeiro está a importar conhecimento de Portugal para resolver um problema antigo na cidade: a má conservação das calçadas de pedra portuguesa.

O desafio é revitalizar uma profissão que está quase extinta, a de calceteiro.
Os calceteiros são responsáveis pela arte de recuperar e fixar as pedras portuguesas nos passeios públicos.

Neste mês de novembro, cinco mestres portugueses de Lisboa estiveram no Rio de Janeiro para formar uma turma de 20 calceteiros que irão replicar o conhecimento para outros que se querem formar na profissão.

"Podemos dizer que as calçadas portuguesas são um pedacinho de Portugal espalhado pelo mundo", disse à Lusa o fiscal de obras da Câmara de Lisboa, Fernando Fernandes, o responsável que coordena os quatro mestres portugueses que vieram ajudar na formação dos calceteiros brasileiros.

"Essa profissão no fundo é uma arte, a arte de trabalhar a pedra. De facto, é uma profissão que corre o risco de extinção, não só cá no Brasil como em Portugal. É uma arte muito dura pela posição do trabalho e o partir a pedra é um trabalho duro também. Hoje em dia infelizmente não é muito bem remunerado", ressaltou Fernandes.

Segundo o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, a cidade do Rio é "uma grande cidade portuguesa na América do Sul".

Porém, "ao longo dos anos, o Rio de Janeiro foi perdendo a arte de assentamento das pedras portuguesas", destaca Osório.

"Existe uma especialidade, uma técnica que precisa ser recuperada. E o nosso projeto é que nós possamos formar uma nova geração".



Entre as principais vantagens deste tipo de piso, acrescenta Osório, está a facilidade de absorção de água de infiltração, principalmente numa cidade tropical com fortes volumes de chuva, além de não acumular calor pois o calcário de cor branca reflete.

O carioca Gedião Azevedo, de 47 anos, fez parte da primeira turma de calceteiros na década de 90 e hoje está a reciclar o conhecimento. Apesar de não ter nascido português, a sua paixão é pela pedra portuguesa, garante.

"Os meus colegas estão super animados. Em relação ao trabalho, o mestre português mesmo falou que evoluímos muito", disse à Lusa.

"A paixão da minha vida é a pedra portuguesa, não nasci português, mas sou apaixonado pela pedra portuguesa", destaca.

O Rio de Janeiro possui 1,218 milhão de metros quadrados de calçada em pedras portuguesas.

Muitas áreas do Rio são classificadas, como o desenho em curvas do calçadão de Copacabana, criação do paisagista e arquiteto Burle Max, inspirada na obra histórica da Praça do Rossio, em Lisboa, que usa o padrão "Mar Largo".

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Pavimento de pedra como Arte


O pavimento de pedra é uma arte com uma longa história.Os Romanos são os mais conhecidos neste tipo de trabalho, tanto no interior de edifícios como no exterior, fizeram com intrincados desenhos, bonitos e coloridos, mas, em Portugal, não foram só os romanos que influenciaram este tipo de trabalho, ocupação Árabe do território , também foi importante para o desenvolvimento das técnicas

Uma das razões mais importantes para este tipo de pavimento foi para evitar que a lama no chão e ruas porque o espaço entre as pedras permite que a água da chuva para ser absorvido, mas existem outras vantagens, como é a durabilidade, a fácil e barato para reparar
O pavimento Português é uma arte decorativa aplicada na maioria das calçadas em todo o país e ex-colónias portuguesas.


Em 1842, o comandante militar, Eusébio Furtado, ordenou aos presos no Castelo de S. Jorge, uma prisão de Lisboa, para cobrir o seu pátio com um zig-zag de azulejos. O delineamento utilizado no andar era um layout simples, mas para a época, o trabalho foi um tanto incomum, tendo dirigido os cronistas potugueses escrever sobre ele e atraiu tanta atenção, não só em Portugal, que foi objecto de um dos primeiras fotografias do mundo por Louis Daguerre.

Sete anos mais tarde, Furtado recebeu uma comissão para preparar toda a área da Praça do Rossio, no centro de Lisboa, com um padrão ondulado conhecido como o "grande mar". Depois disso, o uso de calçadas foi tornada obrigatória para todos os novos projetos de pavimentação na capital Portuguesa.
A calçada rapidamente se espalhou por todo o país e colónias e mestres Portugueses foram convidados a executar e ensinar estes trabalhos no estrangeiro, criando obras-primas em zonas pedonais.

Até o início do século XX, os desenhos foram feitos pelos próprios artesãos, os "calceteiros", que foram inspiradas em motivos tradicionais como esferas armilares, navios, bússola rosas, cordas, cruzes, coroas, estrelas do mar brasões, emblemas, ondas do mar, algas, âncoras, animais estilizados e aves, golfinhos e caranguejos.Nos anos cinquenta mudou e os projetos começaram a ser feitas por arquitetos e artistas.


Os mosaicos exigem trabalho árduo para manter, fazendo com que a arte tradicional dos calceteiros raros e caros. É um trabalho árduo, onde está muito tempo meticulosamente que as pedras em uma posição prostrada.


Em novembro de 1986, a Câmara Municipal de Lisboa criou a Escola de Calceteiros, a fim de renovar a sua equipa de "mestres calceteiros" e promover a arte de pavimentação. Outras cidades em todo o país também iniciaram projetos de formação a fim de formar profissionais, homens e mulheres, na esperança de assegurar a "sobrevivência" de paralelepípedos.

A Calçada Portuguesa na História da Fotografia
Louis-Jacques-Mandé Daguerre (18 de novembro, 1787 - 10 julho de 1851) foi um artista francês e químico, reconhecido pela sua invenção do daguerreótipo processo da fotografia.

Uma de suas fotos representa a primeira "Calçada Portuguesa" No Castelo de S.Jorge, 1842