Se precisa de um bom pavimento de Calçada à Portuguesa em sua casa, Roc2c é a solução!
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Mosteiro da Batalha - Património Mundial






O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, foi classificado como património da humanidade e inscrito na lista do património mundial da UNESCO, em 1983.

São critérios para atribuição desta classificação, entre outros, o reconhecimento da originalidade do bem cultural, associada ao génio criativo da humanidade.

Critérios
C i: representativa de uma obra-prima do génio criativo da humanidade.
C vi: direta ou materialmente associado a acontecimentos ou tradições, ideias, crenças ou obras artísticas e literárias com um significado universal.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Espigueiros de Soajo em granito

O conjunto dos Espigueiros de Soajo (SoajoArcos de Valdevez) compõem uma eira comunitária constituída por 24 espigueiros, todos em pedra e assentes num afloramento de granito. O mais antigo data de 1782. Alguns destes espigueiros são ainda hoje utilizados pela população.
Está classificado pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público desde 1983 1 .







Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Rio de Janeiro importa conhecimento de Lisboa para revitalizar calçada portuguesa,"Mar Largo"


O Rio de Janeiro está a importar conhecimento de Portugal para resolver um problema antigo na cidade: a má conservação das calçadas de pedra portuguesa.

O desafio é revitalizar uma profissão que está quase extinta, a de calceteiro.
Os calceteiros são responsáveis pela arte de recuperar e fixar as pedras portuguesas nos passeios públicos.

Neste mês de novembro, cinco mestres portugueses de Lisboa estiveram no Rio de Janeiro para formar uma turma de 20 calceteiros que irão replicar o conhecimento para outros que se querem formar na profissão.

"Podemos dizer que as calçadas portuguesas são um pedacinho de Portugal espalhado pelo mundo", disse à Lusa o fiscal de obras da Câmara de Lisboa, Fernando Fernandes, o responsável que coordena os quatro mestres portugueses que vieram ajudar na formação dos calceteiros brasileiros.

"Essa profissão no fundo é uma arte, a arte de trabalhar a pedra. De facto, é uma profissão que corre o risco de extinção, não só cá no Brasil como em Portugal. É uma arte muito dura pela posição do trabalho e o partir a pedra é um trabalho duro também. Hoje em dia infelizmente não é muito bem remunerado", ressaltou Fernandes.

Segundo o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos da cidade do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osório, a cidade do Rio é "uma grande cidade portuguesa na América do Sul".

Porém, "ao longo dos anos, o Rio de Janeiro foi perdendo a arte de assentamento das pedras portuguesas", destaca Osório.

"Existe uma especialidade, uma técnica que precisa ser recuperada. E o nosso projeto é que nós possamos formar uma nova geração".



Entre as principais vantagens deste tipo de piso, acrescenta Osório, está a facilidade de absorção de água de infiltração, principalmente numa cidade tropical com fortes volumes de chuva, além de não acumular calor pois o calcário de cor branca reflete.

O carioca Gedião Azevedo, de 47 anos, fez parte da primeira turma de calceteiros na década de 90 e hoje está a reciclar o conhecimento. Apesar de não ter nascido português, a sua paixão é pela pedra portuguesa, garante.

"Os meus colegas estão super animados. Em relação ao trabalho, o mestre português mesmo falou que evoluímos muito", disse à Lusa.

"A paixão da minha vida é a pedra portuguesa, não nasci português, mas sou apaixonado pela pedra portuguesa", destaca.

O Rio de Janeiro possui 1,218 milhão de metros quadrados de calçada em pedras portuguesas.

Muitas áreas do Rio são classificadas, como o desenho em curvas do calçadão de Copacabana, criação do paisagista e arquiteto Burle Max, inspirada na obra histórica da Praça do Rossio, em Lisboa, que usa o padrão "Mar Largo".

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Praça de Carlos Alberto - Porto


A Praça de Carlos Alberto fica situada na freguesia da Vitória, na cidade do Porto, em Portugal. Nas imediações da Praça de Carlos Alberto fica o TeCA, Teatro Carlos Alberto. História A praça remonta a tempos longínquos e é o resultado de uma bifurcação das velhas estradas que, saindo conjuntamente da Porta do Olival das Muralhas Fernandinas, se dirigiam a Braga (pela actual Rua de Cedofeita) e a Guimarães (pela actual Rua das Oliveiras). No entanto, a mais remota referência conhecida em documento data de 1638, num registo paroquial da freguesia de Santo Ildefonso. Chamava-se Largo dos Ferradores, porque era aqui que se aprontavam as montadas para o caminho que era longo. Era também um local de estalagens. Esta praça também foi conhecida popularmente como Feira das Caixas, porque, numas tendas de marceneiros que havia por aqui, se faziam as caixas para as bagagens que os emigrantes levavam para o Brasil. Pertença da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, localiza-se nesta praça o edifício do Hospital do Carmo que começou a ser construído em 1791, tendo sido inaugurado solenemente em 8 de Fevereiro de 1801. Em 2004, o Hospital do Carmo foi pioneiro na aplicação de uma nova técnica cirúrgica para a cura da incontinência urinária, denominada invance
.
No Largo dos Ferradores, no palacete setecentista dos Viscondes de Balsemão (onde agora está instalada a Direcção Municipal da Cultura da Câmara Municipal do Porto), estava por meados do século XIX instalada a Hospedaria do Peixe, que nesta cidade foi a primeira aposentadoria de Carlos Alberto, rei do Piemonte e da Sardenha, refugiado em Portugal após a derrota na célebre Batalha de Novara, de 23 de Março de 1849. O rei Carlos Alberto acabou por falecer, apenas três meses depois de ter chegado ao Porto, na Quinta da Macieirinha, onde está o actual Museu Romântico. Por isso, recebeu o Largo dos Ferradores, pouco depois, o nome de Praça de Carlos Alberto. Neste espaço se realizou, durante muitos anos, a feira dos criados de lavoura e das criadas de servir. Veio para aqui da Praça da Corujeira. Os moços e as moças vinham dos arrabaldes e aqui ajustavam, com os futuros patrões, as condições de trabalho. Em 1876, a feira de criados foi transferida para a Rotunda da Boavista. A partir de Julho de 1853 e até Fevereiro de 1910, na Praça de Carlos Alberto, para ser mais exacto, à frente da Tabacaria Havaneza, ficava a paragem terminal do veículo da Empreza Portuense de Carros Ripert, um pesado carroção de madeira e ferro, puxado a cavalos, que fazia a ligação diária com São Mamede de Infesta. Desta praça partiu, também, em 12 de Agosto de 1874, o primeiro carro americano do Porto, antepassado directo do eléctrico, na carreira para Cadouços, na Foz do Douro. Já no século XX, a 9 de Abril de 1928, foi inaugurado na Praça de Carlos Alberto o Monumento aos Mortos da Grande Guerra, de autoria de Henrique Moreira, sucedendo a uma estátua anterior que não agradou ao gosto dos portuenses. Em meados do século, mais concretamente no dia 14 de Maio de 1958, cerca de 200 mil pessoas esperam o general Humberto Delgado, candidato à presidência da república, na Estação de São Bento, e acompanham-no até à sua sede de candidatura, na Praça de Carlos Alberto, por cima do Café Luso. É aí que, no seu discurso, exclama: "O meu coração ficará no Porto!" Foi a maior enchente de pessoas jamais vista nesta praça. Integrado nas obras empreendidas pela Sociedade Porto 2001, na Praça de Carlos Alberto construiu-se um grande parque de estacionamento subterrâneo. Ocupando quase toda a área da praça, este parque ficou ligado aos das Praças de Gomes Teixeira e de Lisboa, perfazendo um total de 1.259 lugares de aparcamento no subsolo. O projecto de rearranjo da superfície da praça, da autoria do arquitecto Virgínio Moutinho, que preconizava uma alteração radical à fisionomia vigente, foi muito contestando e acabou por ser abandonado. Em vez disso, optou-se por manter, com poucas alterações, a configuração que a praça tinha antes das obras, com as áreas ajardinadas e a calçada de calcário e basalto, seguindo-se uma proposta mais conservadora do arquitecto Manuel Magalhães . Em 2006, o "Quarteirão de Carlos Alberto" foi a zona seleccionada pela Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana como a sua primeira unidade urbana a reabilitar, num esforço de cativar mais população e comércio para a Baixa do Porto .

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O arquitecto alemão que se apaixonou pela calçada portuguesa

Thomas, 29 anos, quis aprender a arte com os melhores calceteiros do mundo. A fama dos mestres lisboetas chegou à Escócia, onde estudava.

"Tens de tirar a fotografia é ao mestre." Quando o fotógrafo o enquadra, Thomas Riese pede para não ser protagonista numa arte que não é a sua: a de calcetar passeios. Mas fica descansado. Jorge Duarte já falou connosco. "Tu é que és o artista hoje", confirma o mestre. "Artista. Não gosto da palavra. Parece que não sabemos o que estamos a fazer", responde Thomas, enquanto se ajeita no banco e retoma a posição: pernas arqueadas e costas curvadas sobre o areão. À sua frente estão alguns metros de calçada portuguesa direitinha, o seu trabalho da manhã. Thomas, o alemão que apareceu na Escola de Calceteiros da Câmara Municipal de Lisboa para aprender a fazer calçada portuguesa, contrasta com o resto do grupo: o mestre Jorge, com o ar épico dos heróis comunistas, Vítor, o surdo-mudo que percebe assobios, e Rui Dias, o Cristo, alcunha ganha pelo desgrenhado das barbas e do cabelo. Thomas contrasta pelo aspecto de alemão - olhos azuis, cabelo e pele claros - e pela juventude dos seus 29 anos. Thomas é o único aluno de Jorge. A escola de Calceteiros existe há 23 anos. Desde 2007 que o mestre não tem a quem ensinar.

A poucos metros da fachada do Palácio da Independência onde o grupo refaz a entrada, está o Rossio, uma das primeiras praças a ser calcetada. Nos passeios, as ondas enchem a praça há 160 anos e as medidas de Thomas desde que é arquitecto paisagista. O gosto pela escultura trouxe-o a Lisboa, porque a fama destes calceteiros chegou à Escócia, onde estudava.

"Disseram-me que aqui se faz a melhor calçada do mundo", diz num português irrepreensível para quem chegou há um mês e meio. E não ficou desiludido. Quando não está a partir pedra, Thomas fotografa passeios, imagina composições e lê. Lê todos os livros que falem de calçada - "tens de ler o livro do Eduardo Bairrada", aconselha Thomas. O livro "Empedrado Artístico de Lisboa" é a bíblia dos calceteiros, o manual que a câmara ofereceu aos alunos da escola nos anos 80.

Aprender a fazer calçada não é um passatempo para Thomas e o mestre certifica o seu talento, enquanto aponta para a fila de quadrados de calcário enterrados no areão. "Está a ver? Eu fiz o do lado direito e ele o esquerdo. Não se nota diferença. Ele gosta disto", diz Jorge que é formador da escola desde 1998. Já lhe passaram dezenas de alunos pela mão. Jorge não diz que Thomas é um dos melhores que já ensinou até porque não é aluno. "Ele vem connosco mas pode ir embora quando quiser", diz.

Mas o trabalho do alemão impressiona-o e o seu empenho também. Thomas cumpre o mesmo horário que os calceteiros - das oito às 18 horas - e aprende a fazer calçada com a mesma rapidez com que passou a falar português. "Ele já faz sextavados [quando as faces das peças formam hexágonos regulares], que é uma das técnicas mais difíceis", assegura o mestre.

Jorge também gosta disto. "Não sou calceteiro de fazer muita calçada, não sou, nunca fui. Quando estou a trabalhar, tenho de fazer como deve ser. E tenho vaidade naquilo que faço. Gosto de investir algum tempo a ver como vou fazer o desenho." Talvez seja por isso que Jorge constrói puzzles nas horas livres. Porque para fazer calçada é preciso escolher bem as pedras, avaliar-lhes o volume e colocá-las no sítio certo. "Sabe qual é a pior coisa para um calceteiro? É ter uma pedrinha assim e calha dar- -lhe um toquezinho e ela desfaz-se." E Jorge parte pedra como quem escreve ao computador todos os dias. Já não precisa de olhar e reconhece o martelo pelo tacto.

Thomas só começou agora, mas não quer deixar fugir a experiência. Até porque no final de Agosto volta para a Alemanha. "Mas ele já andou aí a comprar pedra para levar para lá", conta Jorge. Thomas quer fazer um projecto de um jardim com as pedras que encomendou durante o fim-de-semana, quando foi visitar a pedreira em Leiria.

Depois de Thomas regressar a Colónia, o mestre ficará sem alunos. "E este ano já sabe se vão abrir a turma?" Jorge ainda não sabe de certeza, mas desconfia da resposta que o Instituto de Emprego e Formação Profissional lhe vai dar.

Aprender a partir pedra Entrar na Quinta Conde de Arcos da Câmara Municipal de Lisboa, encaixada no meio da algazarra dos Olivais, é como chegar a um novo tempo. As horas agrupam-se em dois blocos, o da manhã e o da tarde, e correm tranquilas para não importunar o ritmo ditado pela natureza. Foi nestes jardins que tudo começou para Jorge. A escola de calceteiros é aqui.

"Aqui está o 2007", diz o mestre enquanto mexe com o pé nas ervas que nascem entre as pedras da calçada. Os desenhos da última turma foram engolidos pelo jardim que rodeia o passeio de pedra. Aos poucos - depois de vigorosas catanadas -, as ervas desaparecem. Lá está o sete, os dois zeros e ainda o dois: 2007. O último ano em que o mestre Jorge teve alunos.

"Ficou alguém desta turma?"

"Esta malta deste último curso? Não tenho cá ninguém. Um, o Teixeira - que tinha um motão -, é nosso colega. Está aí à noite. É cantoneiro."

Foi o único a ficar na câmara. "Os formandos são um bocado difíceis de captar para esta arte. É dura, apesar de ele ter bom físico", explica o arquitecto José Aparício olhando para Jorge. E bate-lhe no ombro para que não restem dúvidas da dureza do músculo. Confirma-se. O braço é largo e as mãos calejadas, como se espera de quem faz a vida a vestir passeios. "Os mais antigos estão todos com problemas de coluna. Têm de estar de cócoras ou sentados para executar a calçada. Ao fim de uns anos começam a ficar muito desgastados", continua o arquitecto que coordena o curso desde 1986, o ano em que Jorge entrou como aluno.

Dois anos depois, "a 4 de Abril de 1988", lembra Jorge, o mestre, então ajudante de calceteiro, estava já na rua a partir pedra. Começou quando ser calceteiro era uma profissão de muitas categorias - ajudante de calceteiro, calceteiro de 1.a, de 2.a, mestre e batedor. "Eu ainda cheguei a fazer dois ou três concursos. Tínhamos de fazer o desenho, os mestres viam o cascalho... Hoje já não há concursos." As categorias encolheram. "Hoje só há o ajudante, o calceteiro e o batedor", enumera Jorge. É uma ascensão mais rápida numa profissão que poucos querem. Fazer calçada não atrai quem lê os anúncios dos centros de emprego, nem mesmo quando a câmara alicia os desempregados com a promessa de um contrato e um lugar fixo na função pública.
"O que mexe o homem é o dinheiro. Se pagassem melhor, evitava-se que os que aprenderam fujam para outras profissões", sugere o arquitecto. No final de cada mês, Jorge ganha 730 euros, sem descontos, como mestre calceteiro. "A calçada normal que nós fazemos custa 17,20 euros o metro quadrado. Já vi calçadas a dois euros, mas isso são outras empresas", explica Jorge, referindo-se àquelas que a câmara contrata para calcetar a maior parte dos passeios. "O aspecto estético não é o mesmo. Se passar um carro, cria ondas que levantam o pavimento - e lá estão os sapatos das senhoras a ficar presos na calçada", diz. "E sabe uma coisa? Às vezes nem digo que sou calceteiro". Por vergonha? "Não é por vergonha do trabalho... É pelos buracos que os outros deixam."

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Celso Gonçalves

sábado, 13 de novembro de 2010

Especialistas de Portugal dão aulas no Rio sobre pedras portuguesas

08/11/2010 19h36 - Atualizado em 08/11/2010 20h08


Deficiência de mão de obra para os consertos deu origem ao curso.
A turma é formada por 60 calceteiros profissionais.

Do RJTV


O Rio de Janeiro está importando conhecimento de Portugal para resolver um velho problema na cidade: a má conservação das calçadas de pedra portuguesa. A deficiência de mão de obra para os consertos deu origem a um curso, que será dado por cinco mestres calceteiros da prefeitura de Lisboa.

A aula inaugural desse intercâmbio de três semanas aconteceu na tarde desta segunda-feira (8), no Arquivo Geral do Rio, no Centro. A turma é formada por 60 calceteiros profissionais. Mas apenas oito são funcionários da prefeitura.

O objetivo é que, ao fim do curso, eles consigam repassar o que foi aprendido. Os mestres portugueses também vão analisar o estado das calçadas cariocas e vão apresentar sugestões de melhoria.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Origem

From Wikipedia, the free encyclopaedia

A calçada portuguesa ou mosaico português (também conhecida como pedra portuguesa noBrasil) é o nome consagrado de um determinado tipo de revestimento de piso utilizado especialmente na pavimentação de passeios e dos espaços públicos de uma forma geral. Este tipo de passeio é muito utilizado em países lusófonos.

A calçada portuguesa resulta do calcetamento com pedras de formato irregular, geralmente decalcário e basalto, que podem ser usadas para formar padrões decorativos pelo contraste entre as pedras de distintas cores. As cores mais tradicionais são o preto e o branco, embora sejam populares também o castanho e o vermelho. Em certas regiões brasileiras, porém, é possível encontrar pedras em azul e verde. Em Portugal, os trabalhadores especializados na colocação deste tipo de calçada são denominados mestres calceteiros.

A calçada portuguesa, tal como o nome indica, é originária de Portugal, tendo surgido em meados doséculo XIX. Esta é amplamente utilizada no calcetamento das áreas pedonais, em parques, praças, pátios, etc. No Brasil, este foi um dos mais populares materiais utilizados pelo paisagismo do século XX, devido à sua flexibilidade de montagem e de composição plástica. A sua aplicação pode ser apreciada em projectos como o do calçadão da Praia de Copacabana (uma obra de Roberto Burle Marx) ou nos espaços da antiga Avenida Central, no Rio de Janeiro.