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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Rua de Alexandre Braga - Porto




Rua de Alexandre Braga

Típica rua da cidade do Porto em calçada à Portuguesa, anteriormente conhecida por Rua Oriental do Bolhão por se localizar perto do Mercado do Bolhão.

Mercado do Bolhão

O Mercado do Bolhão é um dos mercados mais emblemáticos da cidade do Porto e foi classificado como imóvel de interesse público em Fevereiro de 2006.

O nome pelo qual é largamente conhecido deriva da existência, nas suas imediações, de uma bica designada, precisamente, de "Fonte do Bolhão".

O edifício caracteriza-se pela sua monumentalidade, própria da arquitectura neoclássica.

Existem quatro entradas principais: a entrada sul dá acesso ao piso térreo, as entradas laterais a um patamar intermédio de escadas que ligam ambos os pisos, e finalmente, a entrada pela Rua de Fernandes Tomás, que dá acesso directo ao piso superior.

Integrada na Baixa do Porto, a zona é conhecida por ser uma área de lojas tradicionais dedicadas a produtos alimentares, para além do Mercado do Bolhão, situam-se ao seu redor várias mercearias finas.

http://www.guiadacidade.pt

Fotos: Celso Gonçalves

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Rua do Ouro - Porto

Museu Carro Eléctrico

O Museu do Carro Eléctrico foi inaugurado no Porto em 18 de Maio de 1992, em instalações próprias sitas num edifício de 1915 na Alameda Basílio Teles. Trata-se de um espaço museológico que se enquadra nos melhores do mundo ocupando uma área de cerca de 100 metros quadrados.

Carro Eléctrico nas ruas do Porto
Instalado na antiga Central Termo-eléctrica de Massarelos, tem como principais objectivos o estudo, preservação, conservação e divulgação do espólio que dispõe. A exposição permanente do museu, instalada na nave central, é constituída por 16 carros eléctricos, 5 carros atrelados, 2 carros automóveis de apoio aos carros eléctricos e vários componentes - motores , induzidos, combinadores e ainda documentos escritos, material gráfico e iconográfico. Para além dos princípios básicos o museu tem como objectivo, homenagear os grandes homens que arriscaram, venceram e desenvolveram a Cidade do Porto e as suas zonas limítrofes. Todos os anos o Museu exibe as suas viaturas, em desfile entre Massarelos e o Castelo. do Queijo. Vale a pena ver.


Fotos: Celso Gonçalves

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Rua de Santa Catarina - Porto

A Rua de Santa Catarina é a artéria mais comercial da Baixa do Porto, estando grande parte dela hoje vedada ao trânsito automóvel e reservada apenas a peões.

A sua planificação ficou a dever-se ao espírito visionário dos Almadas cujas obras de requalificação, na segunda metade do século XVIII, trouxeram à cidade do Porto uma nova luz.

A rua foi prolongada até à Alameda da Aguardente, hoje Praça do Marquês de Pombal. A este prolongamento se deu o nome de Rua Bela da Princesa.

Grande parte dos terrenos a poente da rua, nomeadamente onde mais tarde foi erguido o Grande Hotel do Porto, na primeira metade do século XIX eram quintas e terrenos lavradios pertencentes a D. Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha do vinho do Porto.

A Rua de Santa Catarina alberga lojas de vestuário, miudezas, sapatarias, o shopping Via Catarina e inúmeros vendedores de rua, menos ou mais legais.

Entre estes, os carrinhos ambulantes de venda de artesanato e bijutaria, resquícios da feira permanente localizada na Praça da Batalha, antes das obras de requalificação da Baixa portuense.

Fotos: Celso Gonçalves

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Avenida dos Aliados - Porto

A Avenida dos Aliados , inicialmente, Avenida das Nações Aliadas foi aberta em 1916, nos terrenos a norte da Praça da Liberdade.

A proposta de construção desta avenida foi lançada em 1914, no âmbito dum plano para renovar o centro da cidade, ligando as praças da Liberdade e da Trindade, sendo aprovado pela Câmara em 1915.
Do projecto inicial, embora com grandes alterações, nasceu uma bela avenida que hoje se apresenta ladeada de prédios de valor arquitectónico individualizado, para além dos grandes espaços ajardinados, várias vezes modificados, por necessidades de circulação rodoviária.


Dentro destes jardins podemos encontrar várias peças ornamentais, com a fonte decorativa, em mármore, alegoria à «Juventude», uma outra escultura conhecida por «os Meninos», e, no topo, já na Praça do Município, ladeada por pinheiros, a estátua de Almeida Garrett, inaugurada em 1954, para assinalar o centenário da morte do grande poeta portuense. Mais em cima encontra-se o edifício da Câmara Municipal do Porto.

Fotos: Celso Gonçalves

Edifício da Câmara Municipal do Porto

O actual edifício da Câmara Municipal do Porto, em Portugal, foi projectado pelo Arq. Correia da Silva e começou a ser construído em 1920. O projecto surgiu na sequência do plano de expansão do centro cívico elaborado pelo arquitecto inglês Barry Parker, aprovado em 1916. A concretização deste plano levou à expansão para norte da Praça da Liberdade, abrindo-se a Avenida dos Aliados e a actual Praça do General Humberto Delgado.

Apesar de ter sido iniciado em 1920, as obras do edifício dos paços do concelho sofreram inúmeras interrupções, tendo sido introduzidas alterações ao projecto inicial, pelo Arq. Carlos Ramos. Os serviços camarários só se instalaram no novo edifício em 1957.

O edifício é constituído por seis pisos, uma cave e dois pátios interiores. A torre central, com 70 metros de altura, com um relógio de carrilhão, acessível por uma escalada interior de 180 degraus. Os interiores, de mármore e granito, são ricamente decorados.


http://os4estarolas.fotosblogue.com

Fotos: Celso Gonçalves

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Praça de Carlos Alberto - Porto


A Praça de Carlos Alberto fica situada na freguesia da Vitória, na cidade do Porto, em Portugal. Nas imediações da Praça de Carlos Alberto fica o TeCA, Teatro Carlos Alberto. História A praça remonta a tempos longínquos e é o resultado de uma bifurcação das velhas estradas que, saindo conjuntamente da Porta do Olival das Muralhas Fernandinas, se dirigiam a Braga (pela actual Rua de Cedofeita) e a Guimarães (pela actual Rua das Oliveiras). No entanto, a mais remota referência conhecida em documento data de 1638, num registo paroquial da freguesia de Santo Ildefonso. Chamava-se Largo dos Ferradores, porque era aqui que se aprontavam as montadas para o caminho que era longo. Era também um local de estalagens. Esta praça também foi conhecida popularmente como Feira das Caixas, porque, numas tendas de marceneiros que havia por aqui, se faziam as caixas para as bagagens que os emigrantes levavam para o Brasil. Pertença da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, localiza-se nesta praça o edifício do Hospital do Carmo que começou a ser construído em 1791, tendo sido inaugurado solenemente em 8 de Fevereiro de 1801. Em 2004, o Hospital do Carmo foi pioneiro na aplicação de uma nova técnica cirúrgica para a cura da incontinência urinária, denominada invance
.
No Largo dos Ferradores, no palacete setecentista dos Viscondes de Balsemão (onde agora está instalada a Direcção Municipal da Cultura da Câmara Municipal do Porto), estava por meados do século XIX instalada a Hospedaria do Peixe, que nesta cidade foi a primeira aposentadoria de Carlos Alberto, rei do Piemonte e da Sardenha, refugiado em Portugal após a derrota na célebre Batalha de Novara, de 23 de Março de 1849. O rei Carlos Alberto acabou por falecer, apenas três meses depois de ter chegado ao Porto, na Quinta da Macieirinha, onde está o actual Museu Romântico. Por isso, recebeu o Largo dos Ferradores, pouco depois, o nome de Praça de Carlos Alberto. Neste espaço se realizou, durante muitos anos, a feira dos criados de lavoura e das criadas de servir. Veio para aqui da Praça da Corujeira. Os moços e as moças vinham dos arrabaldes e aqui ajustavam, com os futuros patrões, as condições de trabalho. Em 1876, a feira de criados foi transferida para a Rotunda da Boavista. A partir de Julho de 1853 e até Fevereiro de 1910, na Praça de Carlos Alberto, para ser mais exacto, à frente da Tabacaria Havaneza, ficava a paragem terminal do veículo da Empreza Portuense de Carros Ripert, um pesado carroção de madeira e ferro, puxado a cavalos, que fazia a ligação diária com São Mamede de Infesta. Desta praça partiu, também, em 12 de Agosto de 1874, o primeiro carro americano do Porto, antepassado directo do eléctrico, na carreira para Cadouços, na Foz do Douro. Já no século XX, a 9 de Abril de 1928, foi inaugurado na Praça de Carlos Alberto o Monumento aos Mortos da Grande Guerra, de autoria de Henrique Moreira, sucedendo a uma estátua anterior que não agradou ao gosto dos portuenses. Em meados do século, mais concretamente no dia 14 de Maio de 1958, cerca de 200 mil pessoas esperam o general Humberto Delgado, candidato à presidência da república, na Estação de São Bento, e acompanham-no até à sua sede de candidatura, na Praça de Carlos Alberto, por cima do Café Luso. É aí que, no seu discurso, exclama: "O meu coração ficará no Porto!" Foi a maior enchente de pessoas jamais vista nesta praça. Integrado nas obras empreendidas pela Sociedade Porto 2001, na Praça de Carlos Alberto construiu-se um grande parque de estacionamento subterrâneo. Ocupando quase toda a área da praça, este parque ficou ligado aos das Praças de Gomes Teixeira e de Lisboa, perfazendo um total de 1.259 lugares de aparcamento no subsolo. O projecto de rearranjo da superfície da praça, da autoria do arquitecto Virgínio Moutinho, que preconizava uma alteração radical à fisionomia vigente, foi muito contestando e acabou por ser abandonado. Em vez disso, optou-se por manter, com poucas alterações, a configuração que a praça tinha antes das obras, com as áreas ajardinadas e a calçada de calcário e basalto, seguindo-se uma proposta mais conservadora do arquitecto Manuel Magalhães . Em 2006, o "Quarteirão de Carlos Alberto" foi a zona seleccionada pela Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana como a sua primeira unidade urbana a reabilitar, num esforço de cativar mais população e comércio para a Baixa do Porto .

Rua de Santa Catarina, Porto

http://oportohotels.blogspot.com/