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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Largo de São Domingos, antigo largo da cidade de Lisboa pavimentado em Calçada à Portuguesa



Largo de São Domingos
Tira o nome do convento ali construído em tempo de D. Sancho II, (cerca de 1242). Situa-se a norte da Praça de Dom Pedro IV (Rossio), e aqui desembocam as ruas das Portas de Santo Antão, D. Antão de Almada, de Barros Queiróz e a calçada do Garcia. Neste largo sobressai o Palácio Almada, e a Igreja de São Domingos.
Eirado onde o Mestre de Aviz, em 1383, ouviu as súplicas do povo que o não o deixou partir para Inglaterra e local onde começou a matança dos cristãos novos, em 15 de Janeiro de 1506.
Neste espaço se fez, em tempos (c. 1756), a feira das bestas ou das cavalgaduras (Castilho, 1967, BO, X, 134).
Freguesia: Santa Justa; Pena


Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ucityguides coloca Lisboa entre «10 cidades mais bonitas»



O guia de viagens online www.ucityguides.com destaca a capital portuguesa como «uma das [10] cidades mais bonitas do mundo».

Lisboa é descrita como uma das cidades mais pitorescas do mundo, que surpreende o visitante com as paisagens magníficas que se avistam dos miradouros e dos terraços estrategicamente erguidos em cada colina, segundo o divulgado em comunicado.

A calçada portuguesa, as fachadas em azulejo e os edifícios que se fundem numa mescla em tons pastel «proporcionam a Lisboa uma atmosfera singular, difícil de encontrar noutras cidades», segundo o guia.

«Estando num local tão espantoso, não admira que muitos dos maiores exploradores do mundo se interrogassem sobre que outras belezas estariam para lá do horizonte quando daqui partiram no século XV», refere ainda o guia.

As outras cidades que integram a lista das mais bonitas do mundo são Veneza (Itália), Paris, Praga, Rio de Janeiro (Brasil), Amsterdão (Holanda), Florença (Itália), Roma, Budapeste e Bruges (Bélgica).

http://diariodigital.sapo.pt

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

terça-feira, 29 de março de 2011

Parabéns ao arquitecto português - Souto Moura vence o prémio Pritzker 2011, o Nobel da arquitectura

Prémio no valor de 100 mil dólares


O atelier do arquitecto Eduardo Souto de Moura confirmou ao PÚBLICO a atribuição do prémio Pritzker 2011, o maior galardão mundial na área da arquitectura.



"Durante as últimas três décadas, Eduardo Souto Moura produziu um corpo de trabalho que é do nosso tempo mas que também tem ecos da arquitectura tradicional.


Os seus edifícios apresentam uma capacidade única de conciliar características opostas, como o poder e a modéstia, a coragem e a subtileza, a ousadia e simplicidade - ao mesmo tempo”, pode-se ler no comunicado emitido pelo júri do prémio.


Entre os projectos mencionados, o júri destacou a obra do Estádio Municipal Braga, mais conhecido como o estádio AXA, construído numa antiga pedreira.


"Quando recebi a chamada a dizer que eu seria laureado com o Pritzker, eu nem queria acreditar. Depois recebi a confirmação que era mesmo verdade, e então percebi a grande honra que é. O facto de ser a segunda vez que um arquitecto português é escolhido torna isto ainda mais importante”, disse Souto Moura, citado no comunicado.


Nascido em 1952, no Porto, Eduardo Souto Moura é o segundo arquitecto português a receber esta distinção, depois de Álvaro Siza Vieira ter vencido em 1992. O arquitecto sucede, assim, nomes como Oscar Niemeyer (1988), Frank Gehry (1989), Norman Foster (1999) e Zaha Hadid (2004). No ano passado a Fundação Hyatt distinguiu a dupla de japoneses Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa. Entre as suas obras mais conhecidas, destacam-se, além do Estádio Municipal de Braga (2000/03), a Casa das Histórias em Cascais, a Casa das Artes no Porto (1981/91), a Estação de Metro da Trindade, o Centro de Arte Contemporânea de Bragança (2004/2008), o Hotel do Bom Sucesso em Óbidos, o Mercado da Cidade de Braga (1980/84), a Marginal de Matosinhos-Sul (1995), o Crematório de Kortrijk (Bélgica), o Pavilhão de Portugal na 11ª Bienal de Arquitectura de Veneza (Itália) (1985) ou a Casa Llabia (Espanha).


No mesmo comunicado, em relação ao trabalho do arquitecto, o júri sublinha a confiança que Souto Moura tem em "usar uma pedra com mais de mil anos ou a inspirar-se num detalhe moderno de Mies van der Rohe". Ao longo da sua carreira, Souto Moura viu o seu trabalho ser reconhecido diversas vezes, tendo recebido o Prémio Pessoa (1998), o Prémio Secil de Arquitectura (1992 e 2004), o 1º Prémio da Bienal Ibero-Americana (1998), o Prémio Internacional da Pedra na Arquitectura (1995), a Medalha de Ouro Heinrich Tessenow (2001) e o Prémio Internacional de Arquitectura de Chicago (2006).


O arquitecto de 58 anos receberá o prémio, no valor de 100 mil dólares (cerca de 70 mil euros), numa cerimónia que acontecerá em Junho em Washington D.C. Souto Moura, que se encontra neste momento em viagem, marcou uma conferência de imprensa para o Hotel Flórida, em Lisboa, às 22 horas. Criado em 1979 pela Fundação Hyatt, com sede nos Estados Unidos, o Prémio Pritzker é considerado o Prémio Nobel da Arquitectura.


O galardão distingue anualmente um arquitecto vivo pelo seu trabalho excepcional. Nascido em 25 de Julho de 1952, no Porto, o arquitecto Eduardo Souto de Moura, reconhecido como um dos grandes nomes da arquitectura moderna portuguesa, iniciou o seu percurso profissional ao lado de Siza Vieira, com quem trabalhou até 1980 durante cinco anos.


Em 1980, o arquitecto licenciou-se pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, iniciando a sua actividade como profissional liberal. No mesmo ano, Souto Moura receberia o seu primeiro prémio, da Fundação António de Almeida.


Ao longo da sua carreira, o arquitecto tem sido várias vezes abordado para leccionar nas mais conceituadas escolas de arquitectura, actividade que iniciou em 1981 na Faculdade de Arquitectura do Porto, mas que já o levou a dar aulas nas escolas de Paris-Belleville, Harvard, Dublin, Zurique e Lausanne.


http://www.publico.pt

segunda-feira, 28 de março de 2011

Torre de Belém - Lisboa

Construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defesa da barra de Lisboa, é uma das jóias da arquitectura do reinado de D. Manuel I.

No conjunto arquitectónico podemos separar dois corpos distintos, modelos da arquitectura militar: a torre de menagem medieval e o baluarte moderno que, com dois níveis para disparo de artilharia, permitia um tiro de maior alcance, rasante e em ricochete sobre a água.

A Torre de Belém é um referente cultural, um símbolo da especificidade do país que passa pelo diálogo privilegiado com outras culturas e civilizações. Guardiã da nossa Individualidade e Universalidade, viu este estatuto confirmado quando, em 1983, foi classificada pela UNESCO como "Património Cultural de toda a Humanidade".

http://www.torrebelem.pt/

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 25 de março de 2011

Miradouro das Portas do Sol com vista para Alfama, este é um dos terraços mais emblemáticos da capital em Calçada à Portuguesa



Miradouro das Portas do Sol, Lisbon - Portugal

O Miradouro das Portas do Sol é a varanda que todos os lisboetas gostariam de ter na sua casa. A vista mágnifica da cidade de Lisboa, combina na perfeição com a vista igualmente mágnifica do Rio Tejo.
Entre vários pontos de interesse, permite-nos observar a Igreja de São Vicente e todo o Bairro de Alfama que se estende por ruas estreitas e sinuosas até ao rio.

http://www.guiadacidade.pt

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c