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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Praça do Comércio, é considerada a sala de visitas de Lisboa


Também conhecida como Terreiro do Paço, a Praça do Comércio é uma das mais majestosas praças de Lisboa e do Mundo. Situada frente ao Rio Tejo, a Praça do Comércio parece querer fazer inveja à beleza do rio, à sua dimensão e cor hipnotizante.
Esta é uma das maiores Praças da Europa, com cerca de 36000m² (180m x 200m).
O seu nome “Terreiro do Paço” vem de outros tempos, quando albergava na ala ocidental, desde o século XVI, o Palácio dos Reis de Portugal, e a sua magnífica Biblioteca de mais de 70.000 volumes. Destruídos irremediavelmente no Terramoto de 1755, esta Praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal, Ministro do Rei D. José I, que escolheu privilegiar e valorizar a classe comercial, financeira e burguesa que muito contribuiu para a reconstrução da Lisboa pós-terramoto, daí o nome de “Praça do Comércio“.
Durante séculos a Praça do Comércio foi a grande sala de recepção de Lisboa para quem vinha de barco, desfrutando de uma paisagem única do Rio e da cidade, situando-se aqui o Cais de desembarque de Reis e Chefes de Estado de visita ao País, sendo ainda visível a escadaria em mármore do Cais das Colunas que sai do Rio Tejo em direcção à Praça do Comércio.
A Praça, já delineada pelo plano Pombalino, é caracterizada pelos seus edifícios arqueados, pintados aquando a implantação da República em cor-de-rosa republicano, voltando recentemente à sua cor original amarela, sede de departamentos governamentais e de alguns restaurantes, encontrando-se aqui o café-restaurante mais antigo de Lisboa: o "Martinho da Arcada".
No centro geométrico da Praça, e virada para o rio, encontra-se a estátua equestre de D. José I, montado no seu cavalo Gentil, trabalho em bronze do afamado escultor Machado de Castro, erigida em 1775.
No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada majestosa para a Baixa, pela graciosa Rua do Ouro, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco contem diversas figuras de prumo do País (Vasco da Gama, Marquês de Pombal, Nuno Álvares Pereira, entre outras) ladeadas pelas representações dos rios Tejo e Douro, com referências aos grandes valores e virtudes da Pátria, de frente para o Tejo, como que a abrir o caminho para o sentido universal do mundo.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Numa visita ás aldeias do norte à descoberta de Calçadas à Portuguesa fizemos uma paragem pela Barragem da Aguieira




A Barragem da Aguieira situa-se no leito do Rio Mondego, a cerca de 2 quilómetros a jusante da foz do Rio Dão, situando-se nos limites doconcelho de Penacova, no Distrito de Coimbra, e do concelho de Mortágua, no Distrito de Viseu. Concluída no ano de 1979, entrou em funcionamento no ano de 1981.

Barragem do tipo "Arcos Múltiplos", é formada por três arcos e dois contrafortes centrais, nos quais se situam dois descarregadores de cheia. Tem 89 metros de altura e o comprimento do coroamento é de 400 metros. Os seus principais objectivos são a produção e fornecimento de energia hidroeléctrica, a irrigação agrícola e o controle de cheias, sobretudo na chamada região do Baixo Mondego.

A sua albufeira estende-se pelos concelhos de Penacova, Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão, Tábua e Tondela, correspondendo a uma área inundada de 2 000 hectares e a uma capacidade total de 423 000×10³ m³.

Através da albufeira, estabelece-se o fornecimento de água aos municípios vizinhos, designadamente à cidade de Coimbra.

Ainda que com algumas restrições, nas suas águas desenvolvem-se várias actividades de recreio e lazer, tais como a pesca, banhos e natação, navegação à vela e a remos, pelo que não é de admirar a alta afluência de pessoas que a ela se dirigem.

http://pt.wikipedia.org

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Rua da cidade de Cascais com ondas em calçada de pedra branca e preta

Situada junto ao mar e tradicionalmente uma aldeia piscatória, Cascais teve um importante desenvolvimento no séc. XIV, quando era porto de escala de grande movimento para os navios que se dirigiam a Lisboa.
Foi no entanto a partir da 2ª metade do séc. XIX, altura em que os banhos de mar começaram a ser apreciados, que Cascais sofreu um impulso que a transformou numa estância de veraneio muito em moda. O principal impulsionador da transformação foi o Rei de Portugal D. Luís I, que em 1870 converteu a fortaleza da cidadela na residência de verão da monarquia portuguesa. Este exemplo foi seguido pela nobreza que aqui construiu palacetes e belíssimas vivendas onde passavam a época mais quente do ano, transformando por completo a antiga vila de pescadores.
Cascais passou a atrair também os passeios dos curiosos, cujo acesso ficou mais facilitado pela inauguração da linha de Caminho de Ferro entre Pedrouços e Cascais em 1889. Hoje em dia, Cascais é uma localidade muito animada e cosmopolita, que conserva ainda o seu ar aristocrático.

Recomenda-se um passeio pelas suas ruas que possuem lojas de excelente qualidade ou uns momentos de repouso numa das muitas esplanadas que aqui existem. As praias continuam a ser um dos maiores motivos de atracção, sendo possível escolher entre as que se situam na baía abrigada da vila, ou as que ficam um pouco mais afastadas na zona do Guincho (integradas já no Parque Natural Sintra-Cascais) que oferecem condições excelentes para a prática de surf e windsurf. A Boca do Inferno, uma reentrância da costa cercada de rochedos escarpados e de cavernas, continua a ser uma curiosidade natural que atrai muitos visitantes para ver a força do mar.
Destaque para a gastronomia, especialmente os peixes frescos e mariscos, que se poderão saborear nos muitos restaurantes existentes na região.

Cascais, Lisboa, Portugal

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c