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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"A Brasileira" do Chiado é o mais emblemático café da cidade Lisboa, com pavimento à entrada da tradicional Calçada à Portuguesa





A Brasileira do Chiado é o mais emblemático café da cidade e ponto obrigatório para quem visita Lisboa. Localizada na cosmopolita rua Garrett, em frente à estação de metro do Chiado, está sempre cheia (especialmente de visitantes estrangeiros). A Brasileira abriu em 1905, pela mão de Adriano Telles, um português que fez fortuna em terras brasileiras e que importava o “genuíno café do Brasil”. Diz-se que a bica foi aqui inventada, quando este empreendedor começou a servir os cafés diretamente da máquina, evitando a utilização de uma cafeteira para os distribuir pelas mesas, para que o paladar da bebida ficasse assim mais intenso. Depressa se tornou um local concorrido e nos anos 20 do século passado fixou-se como ponto de encontro de artistas, escritores e intelectuais de uma nova geração, descontente com a arte da época. Seriam estes artistas que introduziriam o Modernismo em Portugal. Destaca-se Fernando Pessoa, um dos mais famosos poetas lisboetas, imortalizado na estátua de bronze (da autoria de Lagoa Henriques) colocada na esplanada e que convida quem passa a sentar-se ao seu lado. Outro artista indissociável de A Brasileira é Almada Negreiros, um vanguardista também símbolo desta geração.

Em 1925, A Brasileira iniciou a tradição de expor telas de pintores portugueses, transformando-se num café-museu. A decoração mantém-se fiel ao estilo art déco original, com uma entrada em verde e dourado e paredes revestidas com madeira e espelhos. As 11 telas iniciais foram substituídas, em 1971, por outras de artistas mais recentes. Desfrute deste ambiente histórico enquanto bebe uma bica e prova um pastel de nata. Na esplanada, pode observar o constante movimento da rua, mas os preços são um pouco mais elevados do que no interior. Este é composto por um andar térreo, com um grande balcão corrido. Na cave funciona um restaurante que serve refeições ligeiras, dentro de um menu simples. A Brasileira do Chiado reserva uma sala para fumadores e abre todos os dias da semana.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Terreiro do Paço - Praça do Comércio, uma das mais emblemáticas praças da cidade de Lisboa


Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa, bem como a sua principal praça.
Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. OComplexo Ministerial com arcadas que circunda a praça, albergam parte dos departamentos dos Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa.
Esta foi sempre a entrada nobre de Lisboa e, nos degraus de mármore do Cais das Colunas, vindos do rio, desembarcam chefes de estado e outras figuras de destaque (como Isabel II de Inglaterra ou Gungunhana). Ainda é possível experimentar essa impressionante entrada em Lisboa nos cacilheiros, os barcos que ligam a cidade a Cacilhas. Hoje, o espectáculo é prejudicado pelo trânsito naAvenida da Ribeira das Naus, que corre ao longo da margem.Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa. Contudo, voltaram recentemente à sua cor original, o amarelo. O lado sul, com as suas duas torres quadradas, está virado para o Tejo.
Um facto interessante são os banhos semanais que ocorriam antigamente no cais, nos quais algumas pessoas ousavam banhar-se nuas, o que causou indignação na época. No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. Ao longo dos anos, a estátua de bronze ganhou uma patina verde. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa. A área serviu como parque de estacionamento até à década de 1990, mas hoje este vasto espaço é usado para eventos culturais e espectáculos.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c
Texto Wikipédia

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Zona envolvente da Torre de Belém, monumento histórico construído em pedra

Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.
O monumento destaca-se pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente àarquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).
Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983, foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal em 7 de julho de 2007.





Fotos: Celso Gonçalves Roc2c
Texto Wikipédia



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Vista de uma das mais famosas Calçadas à Portuguesa, Rua Augusta, em Lisboa, Portugal



Rua Augusta

A Rua Augusta situa-se num dos quarteirões mais movimentados de Lisboa. Fechada ao trânsito, esta rua conta com todo o tipo de lojas para todo o tipo de gostos, com vendedoras de flores, vendedores de castanhas assadas, artistas de rua independentes como o 'homem-estátua' ou o familiar tocador de harmónica e muito, muito mais.

Nos dois extremos da Rua Augusta encontra duas praças magníficas: a Praça do Rossio e a Praça do Comércio. Perto do arco que abre caminho para a Praça do Comércio costumam estar vendedores de rua a oferecer o mais variado tipo de produtos: anéis, bijuteria, calçado, malas, cachecóis ou tatuagens temporárias... tudo o que quiser... basta pedir!

Outro aspecto curioso nesta área é o nome das ruas paralelas à Rua Augusta. Grande parte dos nomes diz respeito aos ofícios ou aos materiais que em tempos se praticaram ou circularam nelas: Rua dos Sapateiros, Rua da Prata , Rua do Ouro, etc.

O velho estilo arquitectónico, originário da reconstrução de Lisboa levada a cabo pelo Marquês de Pombal depois do terramoto de 1755, ainda está intacto, por isso pode ver muitos dos edifícios com o seu traçado original. Você vai adorar esta rua!

Fotos: Internet