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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Jardim da Estrela - Espaço da Lisboa romântica, pontuado de recantos que convidam ao descanso e à contemplação

Embora oficialmente designado por Jardim Guerra Junqueiro, é sempre mais conhecido por Jardim da Estrela, um mais agradáveis de Lisboa, que marcou a história por ser o primeiro parque “à inglesa” em Portugal.
A iniciativa partiu do Ministro do Estado Costa Cabral, concretizada com os donativos privados de “Manuel dos Contos”, Barão de Barcelinhos, e de Joaquim Manuel Monteiro, comerciante português radicado no Brasil. Os engenheiros das Obras Públicas ficaram responsáveis pelo planeamento, contando com a preciosa colaboração dos jardineiros designados por D. Maria II, Jean Bonard e João Francisco. A obra foi coordenada pelo arquitecto Pedro José Pezerat e foi inaugurada a 3 de Abril de 1852.
Os acidentes do terreno foram aproveitados para estruturar o jardim de uma forma criativa, onde o inesperado pontua os percursos. Construíram-se lagos, cascata e gruta “imitando escrupulosamente a natureza” e “pequenas e formosas fontes”. Algumas espécies vegetais vieram especialmente das matas reais e dos jardins do Conde de Farrobo para dar vida romântica a esta colina da cidade.
O jardim sempre beneficiou de uma variada decoração, pelo que inúmeras esculturas o ornamentam. O belíssimo coreto, projectado por José Luís Monteiro em 1893-94, veio do Passeio Público, aquando da sua demolição. Único no seu género, com escadaria dupla em ferradura e um ar exótico conferido pelas sugestões indianas, evoca os tempos áureos em que o Passeio Público e o da Estrela eram os locais mais procurados para os festivais da cidade.





Fotos: Celso Gonçalves Roc2c
Texto http://www.visitlisboa.com

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Praça do Município, fantástico padrão em calçada







Praça do Município é uma praça localizada em LisboaPortugal. Fica a Oeste da Praça do Comércio, na rua do Arsenal. Alberga o edifício dos Paços do Concelho, sede da Câmara Municipal de Lisboa. Á varanda da Câmara Municipal de Lisboa, no dia 5 de Outubro de 1910, foi proclamada a república perante milhares de pessoas nesta praça. Ainda hoje, as comemorações da Implantação da República lá se realizam.
No seu centro localiza-se o pelourinho de Lisboa.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c
Texto wikipedia

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Passeio pelo Chiado, um elegante bairro que mantém o charme do século XIX e a tradicionais ruas em calçada à portuguesa




O Chiado é um elegante bairro comercial e residencial, que atingiu o seu auge no sec. XIX, quando era ponto de encontro de intelectuais e artistas como Fernando Pessoa, Almada Negreiros ou Eça de Queirós e é ainda hoje frequentado por estudantes de arte.

Enquanto toma uma "bica" num dos mais famosos cafés, "A Brasileira", ao lado de Fernando Pessoa, aproveite para contemplar a arquitetura Pombalina a as Igrejas barrocas, do Loreto e da Nossa Senhora da Encarnação que vale a pena visitar pela decoração interior.
De destacar as pinturas e o revestimento de painéis de azulejo.

Aproveite para ir às compras. Encontrará inúmeras lojas de roupa, casa, livrarias, floristas... tudo o que precisa.

Poderá também ir ao teatro, uma grande tradição do Chiado. Os programas de ópera do Teatro Nacional de São Carlos e o Teatro São Luís são referência na vida cultural lisboeta. No mesmo bairro, visite o Museu de Arte Contemporânea do Chiado, onde pode ver mostras temporárias do mais importante espólio de arte portuguesa.
Texto: http://www.visitportugal.com
Fotos: Celso Gonçalves Roc2c e internet

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"A Brasileira" do Chiado é o mais emblemático café da cidade Lisboa, com pavimento à entrada da tradicional Calçada à Portuguesa





A Brasileira do Chiado é o mais emblemático café da cidade e ponto obrigatório para quem visita Lisboa. Localizada na cosmopolita rua Garrett, em frente à estação de metro do Chiado, está sempre cheia (especialmente de visitantes estrangeiros). A Brasileira abriu em 1905, pela mão de Adriano Telles, um português que fez fortuna em terras brasileiras e que importava o “genuíno café do Brasil”. Diz-se que a bica foi aqui inventada, quando este empreendedor começou a servir os cafés diretamente da máquina, evitando a utilização de uma cafeteira para os distribuir pelas mesas, para que o paladar da bebida ficasse assim mais intenso. Depressa se tornou um local concorrido e nos anos 20 do século passado fixou-se como ponto de encontro de artistas, escritores e intelectuais de uma nova geração, descontente com a arte da época. Seriam estes artistas que introduziriam o Modernismo em Portugal. Destaca-se Fernando Pessoa, um dos mais famosos poetas lisboetas, imortalizado na estátua de bronze (da autoria de Lagoa Henriques) colocada na esplanada e que convida quem passa a sentar-se ao seu lado. Outro artista indissociável de A Brasileira é Almada Negreiros, um vanguardista também símbolo desta geração.

Em 1925, A Brasileira iniciou a tradição de expor telas de pintores portugueses, transformando-se num café-museu. A decoração mantém-se fiel ao estilo art déco original, com uma entrada em verde e dourado e paredes revestidas com madeira e espelhos. As 11 telas iniciais foram substituídas, em 1971, por outras de artistas mais recentes. Desfrute deste ambiente histórico enquanto bebe uma bica e prova um pastel de nata. Na esplanada, pode observar o constante movimento da rua, mas os preços são um pouco mais elevados do que no interior. Este é composto por um andar térreo, com um grande balcão corrido. Na cave funciona um restaurante que serve refeições ligeiras, dentro de um menu simples. A Brasileira do Chiado reserva uma sala para fumadores e abre todos os dias da semana.

Fotos: Celso Gonçalves Roc2c