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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Calçadas do Rio Janeiro e fachadas edifícios em calçada

Desenho em linhas geométricas retas e circulares, Projeto do Arquiteto e Paisagista Burle Marx, para a calçada residencial de toda a orla da Avenida Atlântica



Fachada do restaurante "a brasileirinha", esquina com a rua Sá Ferreira com Avenida Atlântica


Revestimento de fachada em calçada



Desenho geométrico, com presença de figuras humanas, Avenida Nossa Senhora de Copacabana 



Desenho em CRUZ, Avenida Nossa Senhora de Copacabana 


Calçadas com pequenos jardins, passeio da calçada residencial, da Avenida Atlântica


Curvas na Avenida Atlântica 


Rio Janeiro, Brasil


Fotos originais cedidas por: Bernardete Porfírio

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Fantásticos pavimentos em Calçada à Portuguesa no Rio Janeiro

Praia De São Conrado, Avenida Niemeyer, Rio Janeiro 

Jardim Botânico, Rio Janeiro 

Praia da Barra da Tijuca, Avenida Lúcio Costa, Rio Janeiro

Rua Djalma Ulrich - Copacabana Rio Janeiro




Rio Janeiro, Brasil

Fotos originais cedidas por: Bernardete Porfírio

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Morreu Alcino Soutinho, o arquitecto da Câmara de Matosinhos

Associado à Escola do Porto, ficou principalmente conhecido como o autor da Câmara Municipal de Matosinhos, cidade onde projectou parte assinalável da sua obra.



O arquitecto Alcino Soutinho morreu neste domingo, aos 83 anos, na sua casa no Porto. Não sobreviveu ao cancro que o obrigou a diversas intervenções cirúrgicas no último ano.

Nascido em Vila Nova de Gaia a 6 de Novembro de 1930, Soutinho mudou-se para o Porto ainda criança, acompanhando a família, mas, como arquitecto, haveria de ficar principalmente conhecido como o autor da Câmara Municipal de Matosinhos, cidade onde projectou parte assinalável da sua obra, e que viria a homenageá-lo com duas medalhas de mérito e o título de cidadão honorário.

“Santos da casa não fazem milagres”, comentou o arquitecto à Fugas, no início deste ano, no decorrer de uma visita guiada aos seus lugares de eleição no Porto, onde sempre teve o seu atelier, e onde a sua obra de maior realce foi o restauro e ampliação da Casa-Museu Guerra Junqueiro, um projecto não acabado de Nicolau Nasoni. “É a única obra institucional que tenho no Porto”, confidenciava o arquitecto, que, no entanto, projectaria para a cidade edifícios que marcam o perfil actual da secção poente da Avenida da Boavista, como o da Bolsa de Derivados.

Em 1985, foi distinguido com o prémio Europa Nostra pela adaptação da pousada do castelo de Vila Nova de Cerveira.
Formado na Escola Superior de Belas-Artes do Porto em 1957, Soutinho foi colega de Álvaro Siza, com quem partilhou o interesse por outras disciplinas, a pintura e escultura, que nunca abandonariam.

Em 1961, viveu em Itália usufruindo de uma bolsa da Gulbenkian para estudar museologia. No regresso, leccionou na ESBAP, e integrou o Comissariado para a Renovação Urbana da Área Ribeira-Barredo, no Porto.

Ainda que tenha obra espalhada pelo país, ficou sempre associado à Escola do Porto – mesmo se a certa altura foi “acusado” de cedência ao pós-modernismo: “É verdade que fui considerado, não direi um trânsfuga, mas um herético da Escola do Porto. Não é totalmente verdade. O que não fui foi um seguidor epidérmico da Escola. Mas os princípios, a interpretação do sítio, todos esses mecanismos que subjazem à Escola estão sempre nas coisas que fui fazendo, mas não de uma forma seguidista”, comentou para a Fugas. E considerava que a Escola do Porto tinha já acabado, depois de cumprido o seu papel. “Teve o seu princípio, o seu apogeu, e acabou naturalmente”.