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quarta-feira, 12 de março de 2014

Condomínios, pavimentos em pedra portuguesa

Uma boa sugestão na aplicação do calçamento de pedras à portuguesa é combinar projetos de belos jardins com cercas de ferro fundido e outros acabamentos, como é comum nos condomínios de alto padrão de luxo, na Orla de Copacabana, RJ.

Texto e fotos: Bernardete Porfírio

terça-feira, 11 de março de 2014

O mosaico-calçada em Copacabana: logotipo internacional

A obra de Burle Marx para o bairro de Copacabana, que inclui a preservação das ondas em pedra portuguesa junto à orla. O paisagista refez os desenhos originais dos calceteiros portugueses, realçou sua sensualidade na medida da ampliação do calçamento e manteve o paralelismo com as ondas do mar, que fora implantado na reforma de 1929 pelos calceteiros já habilitados no Brasil. No canteiro central da Avenida e no piso junto aos edifícios, Burle Marx aplicou novos desenhos criados com pedras pretas e vermelhas (basalto) e brancas (calcário).









Texto e fotos: Bernardete Porfírio

segunda-feira, 10 de março de 2014

A "Baleia" do Leme

Há uma relação entre o bairro do Leme e as baleias, de longos tempos... 

Há narrativas antigas, que uma baleia encalhada no Leme teria trazido o Imperador e sua família para um pique-nique na praia do Leme.
Encerrando a paisagem da Avenida Atlântica, encontra-se, oposto ao Forte de Copacabana, o Forte do Leme, trecho compreendido entre o Morro do Inhangá e a Pedra do Leme (ou do Vigia), assim como a área urbana constituída entre o túnel na Av. Princesa Isabel, passando pela avenida até esta Pedra.
Quanto à escultura de aço colocada no calçadão, próxima ao marco 0 da Av. Atlântica, no Posto 1, é uma obra, escolhida em concurso público, autoria de Ângelo Venosa (1954- ) que foi inicialmente instalada na Praça Mauá, no final dos anos 1980.
Após cerca de dez anos, o monumento foi transferido para o atual endereço, na Av. Atlântica.
Apelidada de “A Baleia Encalhada” ou apenas “A Baleia”, o monumento, de seis metros de comprimento e doze toneladas, até que lembra um esqueleto do grande mamífero. 





Texto e Fotos: Bernardete Porfírio