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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Sugestão Fim de Semana: Rota das Simetrias da Calçada Portuguesa de Lisboa

Rua da Escola Politécnica, 56/58 (Jardim Botânico, Lisboa)

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) apresenta oficialmente, no próxima dia 10 de Maio (Sábado), a Rota das Simetrias da Calçada Portuguesa de Lisboa. Trata-se de um passeio desde o Jardim Botânico (MUHNAC) até à Praça do Município, passando por alguns espaços emblemáticos da Baixa Pombalina. Ao longo do percurso, serão abordados alguns tipos de simetrias patentes em vários modelos da calçada, bem como a história deste tipo de construção ou a geologia de Lisboa. Tudo isto enquanto é possível apreciar, de forma cuidada, alguns moldes de calçada criados por grandes artistas plásticos, como João Abel Manta ou Eduardo Nery.

A iniciativa está integrada nas actividades da Matemática do Planeta Terra e em pleno Ano Internacional da Cristalografia, projectos com a chancela da UNESCO. Conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, do Turismo de Lisboa e da Agência Ciência Viva.



Rota das Simetrias da Calçada Portuguesa de Lisboa

Quando | 10 de Maio de 2014 a 10 de Maio de 2014
Horário | 16h00 - 18h30
Onde | Ponto de encontro: Jardim Botânico

Participação gratuita.

Programa:

Dia 10 de maio

16:00 - Lançamento da Rota na escadaria do Jardim Botânico: Direcção do MUHNAC, Presidente do Comité da Matemática Planeta Terra, representante da Câmara Municipal de Lisboa

16:30 - Início da Rota no Jardim Botânico do MUHNAC

18:30 - Final da Rota na Praça do Município

http://www.guiadacidade.pt/pt/art/rota-das-simetrias-da-calcada-portuguesa-de-lisboa-281725-11 
http://www.mnhnc.ulisboa.pt/portal/page?_pageid=418,1825972&_dad=portal&_schema=PORTAL

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Entrada do Cegonha Country Club em Vilamoura

O Cegonha Country Club está situado em jardins paisagísticos, em frente a uma reserva natural e apenas a 5 minutos de carro da praia.




Informação: http://www.cegonhacountryclub.com/
Fotos Abril 2014

quarta-feira, 23 de abril de 2014

‘Lisboa é a 4ª cidade mais bonita do mundo’, diz o U City Guides

Num ranking liderado por Veneza,e do qual fazem parte ainda Rio de Janeiro, Paris e Praga, Lisboa foi considerada pelo U City Guides, a quarta cidade mais bonita do mundo.
A nossa cidade foi descrita como “uma das cidades com um melhor cenário do mundo”, com “vistas lindas e inesperadas  descobertas a cada esquina, com as suas ruas pitorescas e coloridas e, especialmente, com os seus miradouros no topo de cada colina”.
O guia internacional diz ainda que Lisboa está em estado bruto, mas é sedutora porque “tem uma beleza que não precisa de grande esforço para nos cativar, com as suas fachadas de azulejos e edifícios em tons de pastel”. E escreve ainda: “Num sítio tão deslumbrante, não admira que muitos dos grandes exploradores questionaram que outras belezas existiriam para lá do horizonte, quando partiram, daqui no século XV”.
O  ranking completo está aqui.


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Retirada de calçada portuguesa em bairros históricos gera críticas

Moradores de Olhão estão indignados com a retirada de calçada portuguesa nos bairros históricos da Barreta e do Levante, ao abrigo de uma intervenção da câmara, que acusam de ofensa ao património.

As obras abrangem os largos João da Carma, do Gaibeu, da Fábrica e do Carolas e a praça Patrão Joaquim Lopes, onde grande parte da calçada está a ser substituída por lajes para diferenciar o piso dos locais que vão integrar a rota das lendas, disse à Lusa o presidente da autarquia, António Pina.

Fernando Cabrita é um dos moradores que discordam da intervenção, que classifica como "uma ofensa ao património", afirmando não compreender por que razão se decidiu substituir a calçada por outro material que não apresenta qualquer mais-valia e que se vai degradar, tal como acontece com a calçada, se não for devidamente tratado.

"Não havia razão nenhuma razão para retirar a calçada, é um capricho", resume o advogado, lamentando a sua substituição por lajes, que são "apátridas", por existirem em "todo o lado", e se degradam facilmente, como aconteceu, por exemplo, junto ao auditório municipal e ao parque de estacionamento do Levante, onde há poucos anos foram colocadas lajes.

António Pina nega que a operação esteja a retirar identidade à cidade, sublinhando que apenas em 10% da área daqueles dois bairros foi retirada calçada e que a ideia é associar cada largo a uma lenda de Olhão, tal como a lenda da Floripes e do Menino dos Olhos Grandes.

"Trata-se de um projeto em que o arquiteto entendeu provocar esta diferença, através da diferenciação do piso, para que quem chegue lá perceba o que ali há de novo", argumentou o autarca (PS), acrescentando que originalmente o piso daqueles dois bairros era de terra batida.

Fernando Cabrita defende, por seu turno, que se a ideia era diferenciar aquele caminho, poderiam ter sido usadas as próprias pedras de calçada para criar letras ou inscrições no piso, que indicassem a rota, já que essa é uma das "virtudes" da calçada portuguesa.

"Ter o chão diferenciado não serve de nada, as coisas distinguem-se com sinalética", observa, sublinhando que é mais fácil repor pedras de calçada do que lajes e que esta é permeável, permitindo o escoamento de água, ao contrário das lajes.

Opinião semelhante tem António João Bento, que vive no concelho de Olhão e é um acérrimo defensor da calçada portuguesa, piso que escolheu para os jardins e parte do interior da sua casa.

O pugilista sugere que havia hipóteses mais baratas para criar uma rota de ligação entre os largos, como, por exemplo, a colocação de pedras de calçada em forma de setas, a indicar o caminho.

"Em vez de preservarem o que é nosso, inventam e vão copiar coisas a outros países", lamenta o pugilista, conhecido como Bento Algarvio, opinando que a operação deve ter como base um negócio, para "servir os interesses de alguém".

Já Manuel Batista, apesar de não gostar da parte estética da intervenção, por considerar que a combinação das lajes com a calçada está "mal feita", admite que alguns largos foram valorizados, pois estavam degradados.

Contudo, considera que o material usado devia "identificar-se mais com a cultura portuguesa" e não ser uma cópia do pavimento que existe noutros locais e que não tem nada de português.

António Pina recusa que o trabalho esteja mal feito, explicando que os remates entre a calçada e as lajes são propositados e fazem parte da visão do arquiteto que criou o projeto.

A intervenção, executada ao abrigo de apoios comunitários, deverá estar terminada em julho, concluiu.